Uma criatura andava rondando um bairro de São João da Mata. Um senhor que dormia foi subitamente acordado por sua esposa, onde ela o avisou de que ouvira um rosnado. Ele, que chegara há algumas horas do serviço, meio que sonolento, pegou a sua arma e saiu para ver o que era. Antes de abrir a porta ouviu que os cachorros corriam para lá e para cá, provavelmente perseguindo a fera. O local na época era completamente lúgubre. A luz demorou a chegar. Engatilhou sua arma e saiu. Os cães com os seus latidos vieram alertá-lo de que a criatura estava perto. Ficou atento. De casa sua casa sua esposa pedia-lhe para que tomasse cuidado. O senhor prosseguiu um pouco mais e viu que os cães estavam inquietos em volta de uma vala. Não se podia ver nada...
Quando se preparava para dar um tiro, do buraco um enorme cão surgiu. Sua pelugem era preta como a noite e seus dentes enormes. Os cães não se intimidaram e avançaram contra ele. Sua enorme pata quase atingiu um dos cães que se afastou. O senhor atirou contra a fera que refugiou-se mato a dentro. No dia seguinte a notícia se espalhou pelos quatro cantos do Estado. Até mesmo uma equipe de TV foi enviada para fazer uma cobertura do fato. Como prova cabal marcas de pata foram encontradas em algumas pedras e árvores. Um cidadão chegou a pintar uma cruz em sua porta para que a fera não adentrasse
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Cão negro(causo mineiro)
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| quinta-feira, 28 de outubro de 2010 |
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A Plantação Myrtles
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Kennedy
| quarta-feira, 27 de outubro de 2010 |
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A casa da Plantação Myrtles Construída em 1796 pelo General David Bradford está assombrada por pelo menos 12 fantasmas.
Alguns investigadores afirmam que ocorreram aqui cerca de 10 assassinatos, no entanto apenas foi possível confirmar 1 deles.
são vários os fenómenos e os fantasmas que assombram, sendo mais comuns os seguintes:
- Chloe; uma serva na casa que foi morta por enforcamento pelos escravos da Plantação por ter alegadamente feito um bolo de aniversário envenenado e o ter dado a comer à dona da casa, a senhora Sara Woodruff e às suas duas filhas. Diz-se que um dos espelhos da casa contém o espírito da mãe e das duas filhas e que são vistas ocasionalmente no espelho assim como dedadas.
O espelho é um dos objectos mais famosos da casa.
- Os fantasmas das duas meninas foram vistas a brincar na varanda.
-William Drew Winter; um advogado que viveu na casa desde 1860 até 1871, foi baleado por um desconhecido quando se encontrava no alpendre. Gravemente ferido, ele ainda tentou chegar ao segundo piso mas não foi capaz. Ao chegar ao 17º degrau, caiu e morreu. São os seus últimos passos que podem ser ouvidos nos dias de hoje. (Este é o único assassinato que foi possível confirmar).
- Os fantasmas de outros escravos aparecem ocasionalmente perguntando se existe alguma tarefa para eles fazerem.
- O piano é ouvido regularmente a tocar sozinho, repetindo um acorde aterrador.
A Plantação Myrtles é hoje uma pensão que abre as suas portas a centenas de hóspedes que habitualmente relatam estranhas ocorrências na casa durante a sua estadia.
VÍDEO
Veja tambem a fotografia daquele que os actuais proprietários acreditam ser o fantasma da serva Chloe.
FOTOGRAFIAS
Férias Sinistras
Tinha 12 anos na época, hoje tenho 36.
Fomos seis adolescentes e um adulto passar férias (15 dias) escolares numa fazenda que pertencia a dois irmãos que nos acompanhava.
Estávamos juntos, Janaína, Cesar e Leandro (os irmãos), Flávia, Paula, o motorista que nos levou e eu.
A fazenda ficava no interior do estado de São Paulo na cidade de Botucatu. Iríamos passar 15 dias se não fosse uma das noites…
Aproximadamente às 17:00 horas começamos a brincar com a velha brincadeira do copo (Ouija). Colocámos todas as letras e do alfabeto português e duas colunas escritas sim e não e os números de 0 à 9. Demos as mãos na sala e começamos a invocar os nossos antepassados, por aproximadamente 2 horas.
Nada aconteceu, então resolvi sair e ir até à porta. Quando olhei para minha direita avistei uma certa figura estranha, sem muita forma humana, estava abaixada!
Tentei contacto e logo, aquela figura correu e saiu pela porta e entrou em uma sala onde deixávamos os objectos de serviço.
Chamei a todos e fomos até o local, entramos na referida sala, que inclusive estava fechada, não sabemos como aquela figura conseguiu entrar.
E de repente nada havia por lá. Isto já passava das 8:00 da noite. Nesta noite então fiquei, muito doente, com febre muito alta, desarranjos intestinais, e insónias.
No dia seguinte às 5:00 horas da manhã, partimos de volta para casa (no Rio de Janeiro).
Lembro-me que fiquei muito doente precisando de cuidados médicos e psicológicos. A recuperação durou quase 1 ano.
A fazenda foi vendida e nunca mais voltamos aquele lugar!
Fomos seis adolescentes e um adulto passar férias (15 dias) escolares numa fazenda que pertencia a dois irmãos que nos acompanhava.
Estávamos juntos, Janaína, Cesar e Leandro (os irmãos), Flávia, Paula, o motorista que nos levou e eu.
A fazenda ficava no interior do estado de São Paulo na cidade de Botucatu. Iríamos passar 15 dias se não fosse uma das noites…
Aproximadamente às 17:00 horas começamos a brincar com a velha brincadeira do copo (Ouija). Colocámos todas as letras e do alfabeto português e duas colunas escritas sim e não e os números de 0 à 9. Demos as mãos na sala e começamos a invocar os nossos antepassados, por aproximadamente 2 horas.
Nada aconteceu, então resolvi sair e ir até à porta. Quando olhei para minha direita avistei uma certa figura estranha, sem muita forma humana, estava abaixada!
Tentei contacto e logo, aquela figura correu e saiu pela porta e entrou em uma sala onde deixávamos os objectos de serviço.
Chamei a todos e fomos até o local, entramos na referida sala, que inclusive estava fechada, não sabemos como aquela figura conseguiu entrar.
E de repente nada havia por lá. Isto já passava das 8:00 da noite. Nesta noite então fiquei, muito doente, com febre muito alta, desarranjos intestinais, e insónias.
No dia seguinte às 5:00 horas da manhã, partimos de volta para casa (no Rio de Janeiro).
Lembro-me que fiquei muito doente precisando de cuidados médicos e psicológicos. A recuperação durou quase 1 ano.
A fazenda foi vendida e nunca mais voltamos aquele lugar!
Enviado por: Francisco de Alencar Braga (Brasil)
Publicado em: 18 de Abril de 2009
Publicado em: 18 de Abril de 2009
Vultos Perturbadores
Eu passo a maior parte do meu tempo na casa do meu melhor amigo, que o considero como irmão.
Antes de eu o conhecer ele foi possuído por um espírito, que o fez agredir seus pais.
Nessa casa aonde ele vive desde criança, além dele e de seus dois irmãos, os seus pais também sempre me contaram que viram vultos e tiveram sensações de má companhia dentro de casa.
Isso ocorreu em Abril de 2009. Certa vez ia eu dormir lá, estávamos todos na rua, de repente escuto a minha avó já falecida me chamar nitidamente, como se ela estivesse dentro de casa.
Eu entro, passo por um corredor e chego á cozinha, quando eu levanto a cabeça vejo um vulto em pé á minha frente.
Nessa momento quase que desmaiei. (Desde criança consigo sentir e ver coisas ruins) Corri para a rua novamente todo me tremendo e chorando.
Na mesma noite passei por esse corredor que tem no meio um quarto sem porta, quando passo sinto alguém olhando para mim de dentro do quarto, isso também ocorre com o meu melhor amigo.
Quando vamos para o primeiro andar alguma coisa me faz ir a janela, quando olho para baixo vejo novamente o vulto no jardim, olhando para mim.
Ele desapareceu e eu senti logo depois como se ele quisesse entrar em mim, eu lutei com todas as minhas forças para que isso não acontecesse. Consegui libertar-me nesse dia.
Antes de eu o conhecer ele foi possuído por um espírito, que o fez agredir seus pais.
Nessa casa aonde ele vive desde criança, além dele e de seus dois irmãos, os seus pais também sempre me contaram que viram vultos e tiveram sensações de má companhia dentro de casa.
Isso ocorreu em Abril de 2009. Certa vez ia eu dormir lá, estávamos todos na rua, de repente escuto a minha avó já falecida me chamar nitidamente, como se ela estivesse dentro de casa.
Eu entro, passo por um corredor e chego á cozinha, quando eu levanto a cabeça vejo um vulto em pé á minha frente.
Nessa momento quase que desmaiei. (Desde criança consigo sentir e ver coisas ruins) Corri para a rua novamente todo me tremendo e chorando.
Na mesma noite passei por esse corredor que tem no meio um quarto sem porta, quando passo sinto alguém olhando para mim de dentro do quarto, isso também ocorre com o meu melhor amigo.
Quando vamos para o primeiro andar alguma coisa me faz ir a janela, quando olho para baixo vejo novamente o vulto no jardim, olhando para mim.
Ele desapareceu e eu senti logo depois como se ele quisesse entrar em mim, eu lutei com todas as minhas forças para que isso não acontecesse. Consegui libertar-me nesse dia.
No mesmo dia desci as escadas para ir à casa de banho, quando chego lá escuto alguém descer as escadas, espero e não é ninguém. Quando acordei no outro dia tinha a sensação no meu corpo de ter lutado, sentia-me todo dorido.
Uma semana depois estou com o meu amigo na cozinha conversando, quando de repente sentimos um bafo de bebida alcoólica perto de nós, como se tivesse algum bêbado ao nosso lado.
O meu amigo arrepiou-se todo e em seguida eu também.
Quase todas as noites estou tendo pesadelo com espíritos atormentando-me.
O Demónio de Jersey
O Demónio de Jersey é uma criatura ou críptido que habita a floresta de Pine Barrens, ao sul de Nova Jersey, EUA. A criatura é descrita como um bípede voador com patas, mas existem muitas variações.
Lendas
As primeiras datam do folclore dos índios nativos. As tribos chamavam a área em redor de Pine Barrens de "Popuessing", que significa "lugar do dragão". Exploradores suecos depois chamaram a região de "Drake Kill", "drake" sendo a palavra sueca para dragão e "kill" significando canal ou braço do mar (rio, riacho, etc.). Mas a lenda mais conhecida é a de que em 1735, uma senhora de sobrenome Leeds, que tinha 12 filhos, descobriu que estava grávida de seu 13º filho e disse: "Que este seja amaldiçoado!". Então o bebé teria nascido com cabeça de cavalo, asas de morcego e patas de canguru, teria matado os seus pais e depois fugido para a floresta de Pine Barrens.
À criatura, se atribuem popularmente alguns raptos e desaparições humanas. As supostas testemunhas que informam encontros com esta criatura, afirmam que é uma criatura com cabeça de cavalo, erguida em duas patas, com uma altura de aproximadamente 1,80 metros, coberta de pêlos, com asas parecidas com as dum morcego e com patas de canguru. Devido às características que atribuem as supostas testemunhas, as pessoas que crêem na sua existência afirmam que é um mamífero e que, segundo as descrições, é muito parecido a algumas criaturas mitológicas, como os minotauros.
Apesar das descrições variarem, existem alguns aspectos em comum, como o seu longo pescoço, asas e patas. A criatura às vezes é vista como uma cabeça e cauda parecida com a de um cavalo. Vários avistamentos reportam que a criatura tem olhos vermelhos e brilhantes que podem paralisar um ser humano e que emite um grito agudo muito parecido com o de uma mulher.
Poltergeist de Sauchie, Escócia!

Poltergeist de Sauchie, Escócia!
Este é um caso que foi investigado e documentado sobre atividades de poltergeist em uma pequena aldeia chamada Sauchie em Clackmannanshire, no início dos anos 1960.
Os fenômenos paranormais aconteciam durante a presença de uma menina de 11 anos que veio da Irlanda para a Escócia com sua família.
As estranhas ocorrências incluíam batidas portas, ruídos e objetos em movimento. A pequena menina foi encaminhada ao medico, mas coisas estranhas continuaram a acontecer mesmo após a medicação. Sem uma solução a família com a criança foram morar com um parente. Infelizmente eles foram seguidos pelas atividades sobrenaturais, indicando que tinha um poltergeist acompanhando a pequena menina.
Além disso, ela era seguida para a escola, embora com menor intensidade. Os professores e alunos testemunharam os sons e os objetos em movimento e também é relatados que em determinado momento ouviram-se vozes com palavras estranhas ditas pela própria menina.
Os jornais sabendo dos acontecimentos estranhos reportaram a noticia de forma muito exagerada.
Depois disto às atividades poltergeist gradualmente começaram a diminuir ate que finalmente parou.
Assombração aterroriza cidade do interior Cearense
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Kennedy
| terça-feira, 26 de outubro de 2010 |
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São relatos surpreendentes de uma tal de mulher-cavalo que vem aterrorizando pessoas naquele município.
Relatos sobre aparições da “mulher-cavalo” correm pela cidade de Jaguaruana/CE. Segundo Geovane, de 18 anos, ele saiu de um circo que se encontra no município no último domingo (4) e, ao se dirigir a sua casa, no bairro do Juazeiro, a cerca de 100 metros, uma mulher com formas de um cavalo o perguntou para onde ele iria. Geovane correu em direção de casa, sendo perseguido pela tal mulher.
Ao chegar na residência o rapaz foi socorrido pela mãe e vizinhos que ouviram os gritos de socorro. Segundo o depoimento de sua mãe, Dona Biró, o filho “não é menino de mentiras” e ele chegou “quase sem fala em casa”. Homens vizinhos do rapaz se armaram de paus e foram atrás da criatura. De acordo com o jovem, ela teria fugido para as terras do DNOCS, em meio a escuridão e o mato.
Nova aparição:
Um homem teria caído de sua moto após dar de cara com a tal mulher. O recado de Orlando Almeida enviado ao programa “Acordando com os Passarinhos com André Lúcio” diz que “na noite de ontem, 6 de julho, a mulher-cavalo foi vista próxima à barragem do rio do Guilherme, Rio Jaguaribe.
Uma moradora de Antonópoles, localidade próxima ao local, ligou para o filho que se encontrava na cidade de Jaguaruana e contou o ocorrido. A mulher disse que um homem que passava de moto, ao virar o cruzamento, que fica antes da passagem molhada, teria focalizado em cheio a criatura, e com medo teria caido. A mulher tinha receio que o filho fosse para casa sozinho e ligou pra ele não ir.
Como surgiu?
Segundo os comentários da população, a “mulher cavalo” era uma dona de casa simples que tinha três filhos e morava em um Sitio no estado do Rio Grande do Norte e seu marido um dia teria arrumado uma outra mulher. Com raiva e ciúmes, a mulher teria assassinado os próprios filhos e feito um pacto com o diabo.
O marido, ao ver os filhos mortos e saber que foi a própria esposa que os matou, desferiu-lhe algumas facadas e ela acabou morrendo. Mas a mulher voltou “do mundo dos mortos” para procurar os filhos e, quando avista alguém, passa a perguntar por eles. As pessoas apenas dizem que não sabem e ela se transforma na criatura, perseguindo-as em seguida. Alguns dizem que é a “besta fera”.
A população do município se divide. Alguns acreditam e dizem que morrem de medo, já outros afirmam que isto é mais uma invenção do imaginário popular.
E você, acredita? Verdade ou mentira? O mistério continua.
Fonte: Blog do Jean Carlos / Sobrenatural.org
O Sanatório de Waverly Hills (Um dos Lugares Mais Assombrados do Mundo.)

Acontece que a Tuberculose se transformou numa epidemia mortal, e o sanatório ficou superlotado com mais de 150 pessoas. Então eles aumentaram o hospital, em 1926 abriu o hospital da foto acima, com cinco andares e capacidade para receber até 500 pacientes da Praga Branca.
O lugar era perfeito com varandas enormes para os doentes pegarem ar mesmo em dias de chuva, já que a doença ataca o pulmão. Médicos dedicados que arriscavam suas vidas para cuidar dos pacientes.Mas a doença era cruel, não tinha cura e no sanatório morreram mais de 62mil pacientes.
No local se construiu um túnel para levar os médicos e pessoas que trabalhavam no sanatório até o lado de fora por trás dele, onde tinham casas para os médicos ficarem e não voltarem para a cidade com risco de trazer a doença. Mas com no auge da epidemia morriam 3 pessoas por hora, e o túnel foi usado para se levar os corpos dos mortos para suas famílias sem que os outros pacientes vissem... Esse Túnel ficou conhecido como túnel da morte.

Houve o caso de uma enfermeira que ficou muito deprimida com a situação dos doentes e se suicídou dentro do sanatório. O local do suicídio também ganhou fama o Quarto 502.

Na parte de trás do sanatório existe um pequeno cemitério para abrigar alguns mortos que não possuíam parentes ou dinheiro para serem enterrados em outros locais.

Quando descobriram os antibióticos veio a cura da Tuberculose, a doença foi erradicada e o sanatório Waverly Hill fechou as portas em 1961. Tentaram reabrir as portas em 1962 como um asilo para idosos, mas ele logo fechou com acusações de abusos dos pacientes.
Pessoas de todo mundo visitam o local para fazer pesquisas e para se aventurar pelos 5 andares assombrados pelas almas daqueles que morreram no trágico sanatório, hoje existem vários pacotes de agencias turísticas que lhes propõem passar uma noite no local,os preços podem ser salgados variam de 200 dolares a 350 (hahaha até os mortos valem dinheiro hoje em dia) algumas agencias disponibilizam no pacote até mesmo camisetas e bonés personalizados do local.
Existem muitas fotos, videos, e EVPs gravados lá dentro com atividades paranormais, e programas de TV do mundo todo visitam o local para fazer pesquisas...
Fotos:
Os Mistérios do Edificio Joelma
Sexta-Ffeira, dia 1º de fevereiro de 1974
Há quase trinta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.
Por volta das 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar.

Fotos do Edifício Joelma em chamas no dia 1º de Fevereiro de 1974

Corpos de algumas das vítimas do incêndio do Edifício Joelma
Segundo perícias, a causa do incêndio foi um curto-circuito em um equipamento de ar-condicionado em um dos andares, provocando um super aquecimento na fiação elétrica, gerando o primeiro foco de fogo, o qual se espalhou por todo o edifício.
O saldo da tragédia foi de 179 mortos e 300 feridos.
Uma das tragédias desse incêndio que mais impressionou, foi o fato de treze pessoas tentaram escapar por um elevador, não conseguindo, e morrendo carbonizados em seu interior, sendo que devido ao estado dos cadáveres, os corpos não foram identificados, pois naquela época ainda não existia a análise de DNA, sendo então enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, localizado na Av. Francisco Falconi, 837, Vila Alpina em São Paulo.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje.
O local atrai centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas. Ao lado da sepultura, existe hoje uma capela.
"Contam alguns visitantes que em certos momentos ouvem sons de pessoas chorando, e quando vão verificar de onde vem, descobrem que o som está sainda da tumba dos 13 corpos vítimas do incêndio, sendo que o som dos choros só para quando colocam água sobre a sepultura".
Esse é mais um dos mistérios que rondam o incidente do Edifício Joelma.
Os corpos deram origem ao mistério das Treze Almas, e a elas são atribuídos milagres, ficando conhecidas como as 13 Almas não identificadas. Muitos acreditam que os espíritos das pessoas mortas no incêndio vagueiam pelo prédio até os dias de hoje.
O local atrai centenas de curiosos, principalmente às segundas-feiras, dia das almas. Ao lado da sepultura, existe hoje uma capela.
"Contam alguns visitantes que em certos momentos ouvem sons de pessoas chorando, e quando vão verificar de onde vem, descobrem que o som está sainda da tumba dos 13 corpos vítimas do incêndio, sendo que o som dos choros só para quando colocam água sobre a sepultura".
Esse é mais um dos mistérios que rondam o incidente do Edifício Joelma.

Vista Aérea do Cemitério São Pedro em São Paulo
(Coordenadas: 23°35'26.18"S, 46°33'53.89"O)
(Coordenadas: 23°35'26.18"S, 46°33'53.89"O)
Passados muitos anos da tragédia, o antigo Edifício Joelma foi reformado, sendo batizado com o nome de Edifício Praça a Bandeira, disponibilizando para aluguel várias salas para escritórios e empresas. No entanto pessoas que frequentam o local relatam fatos estranhos e sombrios no interior do edifício, como os descritos a seguir:
"Em um escritório da Advocacia, alugado pouco tempo após a re-inauguração, uma assistente ficou até mais tarde para organizar os documentos deixados no final do expediente. Como já era tarde da noite, e devido a existência de muitas salas ainda vazias e sem utilização, o prédio mantinha um silêncio sombrio e assustador. Isso em conjunto com as lembranças do incêndio que ocorreu no passado, produzia um ambiente ainda mais assustador. Em certo momento a assistente ouviu um barulho na ante-sala do escritório, como se a porta tivesse sido aberta. Quando ela foi olhar, a porta estava normal, fechada como havia estado antes. Então ela imaginou que fosse uma outra porta em outra sala do mesmo andar que havia gerado aquele ruído. Instantes depois ela ouviu o baruho novamente, e quando se voltou, viu um vulto de uma mulher passando pela ante-sala. Ela se assustou chegando a dar uma grito. Foi observar novamente e não havia ninguém no local, apenas ela. Rapidametne ela pegou suas coisas, e saiu do escritório. Quando foi trancar a porta, novamente ela viu o vulto de uma mulher no fundo do corredor, desaparecendo em seguida. A assistente rapidamente deixou o edifício e tempos depois se demitiu, pois havia a necessidade de ficar em alguns dias até mais tarde e ela não concordou com a solicitação, temendo ver aquele vulto novamente ou algo ainda pior ".
Este outro fato foi relatado por um motorista que fazia entregas no Edifício:
"Havia chegado com minha perua Kombi no sub-solo do Edifício "Praça da Bandeira", para entrega de algumas encomendas, isso aproximaamente às 20:00' horas.
Estacionei como de costume, sendo que meu ajudante retirou as encomendas da perua para entregá-las no local solicitado. Permaneci então ali dentro da perua sozinho, aguardando o retorno do ajudante para irmos embora.
Algum tempo depois, como que por espanto, vi surgir no fundo do estacionamento uma mulher vestida toda de branco, sendo que ela veio se deslocando em direção à minha perua. Nesse momento notei que ela não estava caminhando, e sim flutuando a alguns centímetros do chão, indo em direção à outra parede do estacionamento, desaparecendo em seguida. Saí então da perua e subi até o andar onde estava meu ajudante, e contei para ele o acontecido, saindo em seguida rapidamente do edifício.
Hoje evito de todas as maneiras fazer entregas à noite naquele local".
Estacionei como de costume, sendo que meu ajudante retirou as encomendas da perua para entregá-las no local solicitado. Permaneci então ali dentro da perua sozinho, aguardando o retorno do ajudante para irmos embora.
Algum tempo depois, como que por espanto, vi surgir no fundo do estacionamento uma mulher vestida toda de branco, sendo que ela veio se deslocando em direção à minha perua. Nesse momento notei que ela não estava caminhando, e sim flutuando a alguns centímetros do chão, indo em direção à outra parede do estacionamento, desaparecendo em seguida. Saí então da perua e subi até o andar onde estava meu ajudante, e contei para ele o acontecido, saindo em seguida rapidamente do edifício.
Hoje evito de todas as maneiras fazer entregas à noite naquele local".
Segundo depoimentos de testemunhas, muitos outros fatos sobrenaturais ocorreram e ainda ocorrem no Edifício "Praça das Bandeiras" (antigo Joelma), assustando até as pessoas mais desavisadas.
VISTA AÉREA DO EDIFÍCIO "PRAÇA DAS BANDEIRAS" (ANTIGO JOELMA) EM SÃO PAULO - BRASIL* Coordenadas ( 23°32'57.88"S, 46°38'26.18"O) *

Volquimar Carvalho dos Santos
A professora Volquimar Carvalho dos Santos, 21 anos, trabalhava no setor de processamento de dados de um banco que funcionava no 23º andar do Edifico Joelma. Ela era funcionária da empresa havia um ano e meio. O irmão dela, Álvaro, trabalhava no 10º andar do mesmo prédio. A família de Volquimar é espírita. Ao ser dado o aviso de incêndio, Volquimar e outras quatro companheiras tentaram fugir pela escada, mas quase foram atropeladas pelos funcionários desesperados que tentavam se salvar.
Elas correram para a cobertura do prédio, mas acabaram morrendo por asfixia. Álvaro, irmão de Volquimar, sobreviveu ao incêndio. Álvaro localizou o corpo da irmã no IML horas depois do incêndio ter terminado. Meses depois, Volquimar enviou uma mensagem psicografada para a mãe através do médium Chico Xavier. Na mensagem ela contava como tinha sido os seus últimos minutos de vida.
Elas correram para a cobertura do prédio, mas acabaram morrendo por asfixia. Álvaro, irmão de Volquimar, sobreviveu ao incêndio. Álvaro localizou o corpo da irmã no IML horas depois do incêndio ter terminado. Meses depois, Volquimar enviou uma mensagem psicografada para a mãe através do médium Chico Xavier. Na mensagem ela contava como tinha sido os seus últimos minutos de vida.
Em 1979, a história de Volquimar se transformou no filme “Joelma, 23º andar”. O roteiro é baseado nas cartas psicografadas por Chico Xavier que estão no livro “Somos Seis”.
Fatos estranhos ocorreram durante as filmagens, como ruidos estranhos no local onde não havia ninguém, refletores que eram "derrubados" embora estivessem bem fixados, sendo um dos fatos mais incríveis, foi a imagem de uma "pessoa" que não estava nas filmagens ao lado dos personagens em uma das cenas, indicando nitidamente ser um dos possíveis "Fantasmas do Edifício Joelma".
Quando visualizada esta imagem pelas pessoas que participaram das filmagens, todos ficaram espantados, pois não havia ninguém além dos atores no local da fotografia.
"Seria um dos "Fantasmas do Edifício Joelma"?
O vale do Anhangabaú
O vale do Anhangabaú é envolto em mistérios, em seu subsolo passa o rio Anhangabaú que em tupi-guarani significa mau espírito, ou seja rio do mal espírito, ou onde mal espírito bebe água.
Ele nasce no atual bairro do Paraíso, no subsolo de onde hoje fica a Avenida 23 de Maio, segue pela própria Avenida 23 de Maio, Vale do Anhangabaú até desaguar no rio Tamanduateí na Avenida do Estado.
Na época da colonização de São Paulo, indígenas tinham medo de cruzar o rio, diziam que sofreriam ataques do Anhangá, uma criatura maligna da mata.
O Anhangá se apresenta sob a forma de vários animais, entre eles galinha do mato, morcego, macaco, rato, humano mas principalmente como um veado branco com olhos de fogo e uma cruz na testa entre os olhos. Quando tem contato com algum humano, traz para quem o viu a desgraça e os lugares freqüentados por ele são ditos mal-assombrados. Ele protege os pequenos animais e plantas dos seres humanos, ou seja, não deixavam nem os índios caçarem para subsistência.
Na atualidade o vale do Anhangabaú abriga em sua volta centenas de prédios altos e alguns centenários, dentre esses são tidos como mal-assombrados o prédio dos correios, o teatro municipal, o edifício Martinelli, Edifício Joelma o Edifício Andraus e a câmara dos vereadores de São Paulo. Os 4 últimos são palcos de grandes desgraças, que são os incêndios do Joelma e Andraus e a morte do garoto que caiu de vários andares no poço do elevador do edifício Martinelli e a câmara dos vereadores de São Paulo foi por onde ficáramos corpos dos mortos do incêndio do Edifico Joelma. Até o famoso castelinho da Rua Apa, não fica tão distante do Vale do Anhangabaú.
É a única região urbana do Brasil que concentra tantos casos sobrenaturais em seu entorno, seria a ação do Anhangá por os seres humanos terem destruído toda a natureza em volta do rio Anhangabaú? Sensitivos afirmam que o vale do Anhangabaú emite energia muito ruim, o que faria com que seu entorno absorveria parte dessa energia.
Por isso fica o tema a analisar: Existe relação entre essas desgraças e o vale e seus espíritos? Porque os maiores incêndios com vitimas da cidade aconteceram no entorno do Rio Anhangabaú? Porque a Avenida 23 de Maio, onde o rio Anhangabaú passa é uma das avenidas com maior número de acidentes com morte de São Paulo? Porque há vários prédios em seu entorno tidos como mal-assombrados?
Ele nasce no atual bairro do Paraíso, no subsolo de onde hoje fica a Avenida 23 de Maio, segue pela própria Avenida 23 de Maio, Vale do Anhangabaú até desaguar no rio Tamanduateí na Avenida do Estado.
Na época da colonização de São Paulo, indígenas tinham medo de cruzar o rio, diziam que sofreriam ataques do Anhangá, uma criatura maligna da mata.
O Anhangá se apresenta sob a forma de vários animais, entre eles galinha do mato, morcego, macaco, rato, humano mas principalmente como um veado branco com olhos de fogo e uma cruz na testa entre os olhos. Quando tem contato com algum humano, traz para quem o viu a desgraça e os lugares freqüentados por ele são ditos mal-assombrados. Ele protege os pequenos animais e plantas dos seres humanos, ou seja, não deixavam nem os índios caçarem para subsistência.
Na atualidade o vale do Anhangabaú abriga em sua volta centenas de prédios altos e alguns centenários, dentre esses são tidos como mal-assombrados o prédio dos correios, o teatro municipal, o edifício Martinelli, Edifício Joelma o Edifício Andraus e a câmara dos vereadores de São Paulo. Os 4 últimos são palcos de grandes desgraças, que são os incêndios do Joelma e Andraus e a morte do garoto que caiu de vários andares no poço do elevador do edifício Martinelli e a câmara dos vereadores de São Paulo foi por onde ficáramos corpos dos mortos do incêndio do Edifico Joelma. Até o famoso castelinho da Rua Apa, não fica tão distante do Vale do Anhangabaú.
É a única região urbana do Brasil que concentra tantos casos sobrenaturais em seu entorno, seria a ação do Anhangá por os seres humanos terem destruído toda a natureza em volta do rio Anhangabaú? Sensitivos afirmam que o vale do Anhangabaú emite energia muito ruim, o que faria com que seu entorno absorveria parte dessa energia.
Por isso fica o tema a analisar: Existe relação entre essas desgraças e o vale e seus espíritos? Porque os maiores incêndios com vitimas da cidade aconteceram no entorno do Rio Anhangabaú? Porque a Avenida 23 de Maio, onde o rio Anhangabaú passa é uma das avenidas com maior número de acidentes com morte de São Paulo? Porque há vários prédios em seu entorno tidos como mal-assombrados?
Escravos
Há muito tempo atrás por volta do ano de 1990 era de costume nos reunir-mos todas as noites com os amigos de infância a qual muitos tenho contato até hoje. Quando saia da escola ia correndo para casa comer alguma coisa e da minha cozinha enquanto comia já avistava os amigos na esquina, bastava apenas a porta da sala estar aberta que eu já conseguia vê-los lá fora e muitas vezes nem comia direito. Era sempre assim, o primeiro que ficava pronto chamava um de nós e ficava lá aguardando o resto chegar...
Eu gritava pra minha mãe. “Mãe to indo brincar”, isso era uma rotina de segunda a sexta feira e quando todo mundo estava ali decidíamos do que iríamos brincar. O que eu mais gostava... Alias o que a maioria gostava era de esconde-esconde, quem não se lembra disso?
Em um destes dias fomos brincar na casa abandonada onde morava o padre Antônio da igrejinha São Bento, fomos brincar na casa dele porque ele não estava morando mais lá, creio que ele tenha morrido, pois já era bem velho. Não é por maldade, pra mim quando as pessoas somem prefiro pensar no pior então talvez ele tenha apenas mudado de casa, o padre Antônio era muito conhecido na cidade. Minha mãe muito católica até hoje dizia:
- Nossa hoje a missa foi com o padre Antônio não entendi nada do que ele disse.
As poucas vezes que fui à missa com ela eu também não entendia nada e minha mãe ficava brava quando eu dava risadas.
Essa casa ficava bem atrás da igreja e tinha acesso pela igreja, pela rua lateral a igreja e na rua de trás que era a rua que a gente brincava. Sempre pulávamos nela na hora de se esconder, mas nunca sozinho porque ninguém tinha coragem, sempre tinha mais que um de nós, às vezes três ou até mais, o quintal era grande e tinha bastantes lugares pra se esconder.
Nós tínhamos medo porque seu quintal era realmente assustador e escuro, o Marcelo que era bem mais velho que a gente e morava umas três casas pra baixo e do outro lado da rua, dizia que prendiam escravos ali antes e ele já tinha escutado algumas vezes barulhos de correntes, talvez este fosse motivo de nós termos tanto medo de se esconder lá até então.
Em uma das vezes que estávamos brincando, o Marcelo pegou uma destas correntes de prender cachorro e quando estávamos nos escondendo lá dentro ele saiu correndo arrastando a corrente pra assustar todo mundo e conseguiu. Eu era um dos que estavam lá dentro aquele dia, só me lembro que quando me dei por si estava no meio da rua junto com as pessoas que já tinham sido encontradas no esconde-esconde.
O Marcelo é claro disse que não tinha sido ele que arrastou aquela corrente, mas era o único que estava dando risadas e é claro que, uma corrente destas fininhas de que se prende cachorro o barulho é totalmente diferente de correntes mais grossas e pesadas que eram usadas para se prender escravos.
Esta história foi da última vez que brincamos nesta casa, naquele dia estávamos em aproximadamente dez amigos. Depois de algumas rodadas da brincadeira eu me escondi em um pé de manga que ficava oposto a casa do padre, foi quando comecei a escutar barulhos de correntes, estes diferentes da corrente fina que o Marcelo tinha levado aquele dia, eram correntes pesadas e com som encorpado. Escutei u
m “Nossa Senhora” de um deles, depois descobri que era o André. Olhando lá de fora, me lembro que pularam de dentro da casa o André, o Tico e o Alexandre. O Wilber ainda estava lá dentro e berrava desesperado. Desci pulando os galhos do pé de manga para ir ver o que estava acontecendo, com certeza não era para ajudá-lo, mas sim porque eu realmente queria ver algum escravo, essa era minha intenção, enquanto todo mundo correu e ficou de longe vendo fui lá, mas quando cheguei próximo o Wilber pulou o muro chorando desesperado e correu pra casa dele que ficava no quarteirão de baixo, na mesma rua. A única coisa que saia da boca do André é: “tinha escravo lá... tinha escravo lá...”.
Vários vizinhos saíram de suas casas decorrentes da gritaria, na verdade parecia uma briga. Em seguida fomos à casa do Wilber, ele não queria nem sair na rua e a mãe dele estava louca querendo saber o que tinha acontecido, contamos a história pra ela que no final acabou até dando risadas irônicas. No outro dia o Wilber não quis brincar, mas ficou lá na frente da casa dele conversando com a gente.
Disse que estava escondido atrás do pilar da área externa, e um homem negro bateu nele com a corrente, de fato tinha uma marca gigante nas costas parecido com gomos e virou até machucado, quando ele caiu o escravo ainda cuspiu nele. Disse também que estava sentindo a dor da correntada até àquela hora. O André que também estava junto enquanto ele contava, disse que correu quando ouviu os barulhos de corrente atrás dele que estava do outro lado da casa, mas não conseguiu ver nada. Eu... Não vi nada desta vez, pois não estava dentro da casa, mas me lembro dos barulhos das correntes até hoje... Como se fosse hoje...
Eu gritava pra minha mãe. “Mãe to indo brincar”, isso era uma rotina de segunda a sexta feira e quando todo mundo estava ali decidíamos do que iríamos brincar. O que eu mais gostava... Alias o que a maioria gostava era de esconde-esconde, quem não se lembra disso?
- Nossa hoje a missa foi com o padre Antônio não entendi nada do que ele disse.
As poucas vezes que fui à missa com ela eu também não entendia nada e minha mãe ficava brava quando eu dava risadas.
Essa casa ficava bem atrás da igreja e tinha acesso pela igreja, pela rua lateral a igreja e na rua de trás que era a rua que a gente brincava. Sempre pulávamos nela na hora de se esconder, mas nunca sozinho porque ninguém tinha coragem, sempre tinha mais que um de nós, às vezes três ou até mais, o quintal era grande e tinha bastantes lugares pra se esconder.
Nós tínhamos medo porque seu quintal era realmente assustador e escuro, o Marcelo que era bem mais velho que a gente e morava umas três casas pra baixo e do outro lado da rua, dizia que prendiam escravos ali antes e ele já tinha escutado algumas vezes barulhos de correntes, talvez este fosse motivo de nós termos tanto medo de se esconder lá até então.
Em uma das vezes que estávamos brincando, o Marcelo pegou uma destas correntes de prender cachorro e quando estávamos nos escondendo lá dentro ele saiu correndo arrastando a corrente pra assustar todo mundo e conseguiu. Eu era um dos que estavam lá dentro aquele dia, só me lembro que quando me dei por si estava no meio da rua junto com as pessoas que já tinham sido encontradas no esconde-esconde.
O Marcelo é claro disse que não tinha sido ele que arrastou aquela corrente, mas era o único que estava dando risadas e é claro que, uma corrente destas fininhas de que se prende cachorro o barulho é totalmente diferente de correntes mais grossas e pesadas que eram usadas para se prender escravos.
Esta história foi da última vez que brincamos nesta casa, naquele dia estávamos em aproximadamente dez amigos. Depois de algumas rodadas da brincadeira eu me escondi em um pé de manga que ficava oposto a casa do padre, foi quando comecei a escutar barulhos de correntes, estes diferentes da corrente fina que o Marcelo tinha levado aquele dia, eram correntes pesadas e com som encorpado. Escutei u
Vários vizinhos saíram de suas casas decorrentes da gritaria, na verdade parecia uma briga. Em seguida fomos à casa do Wilber, ele não queria nem sair na rua e a mãe dele estava louca querendo saber o que tinha acontecido, contamos a história pra ela que no final acabou até dando risadas irônicas. No outro dia o Wilber não quis brincar, mas ficou lá na frente da casa dele conversando com a gente.
Disse que estava escondido atrás do pilar da área externa, e um homem negro bateu nele com a corrente, de fato tinha uma marca gigante nas costas parecido com gomos e virou até machucado, quando ele caiu o escravo ainda cuspiu nele. Disse também que estava sentindo a dor da correntada até àquela hora. O André que também estava junto enquanto ele contava, disse que correu quando ouviu os barulhos de corrente atrás dele que estava do outro lado da casa, mas não conseguiu ver nada. Eu... Não vi nada desta vez, pois não estava dentro da casa, mas me lembro dos barulhos das correntes até hoje... Como se fosse hoje...
Vulto Demoníaco
Este fato aconteceu no ano de 1998, não me recordo o mês e o dia, creio que tenha sido entre março e abril, logo depois do carnaval.
Tinha acabado de escurecer e eu estava na frente de casa sentado na guia (ou meio fio como muitos conhecem) juntamente com dois amigos, Rodrigo e Leonardo. Não tinha ninguém em casa aquele dia, lembro-me que estava tudo escuro, pois minha mãe ainda não havia chegado. Minha casa a noite já é bastante escura por natureza, existem duas árvores na frente que tapa quase toda claridade que vem do poste. Nós estávamos sentados bem na direção da porta da entrada de casa, e sempre tinha um radinho que nos acompanhava.
Eram aqueles rádios-gravadores, de fita cassete ainda e estávamos ouvindo uma banda muito boa que gosto até hoje que se chama Deicide.
Tinha acabado de escurecer e eu estava na frente de casa sentado na guia (ou meio fio como muitos conhecem) juntamente com dois amigos, Rodrigo e Leonardo. Não tinha ninguém em casa aquele dia, lembro-me que estava tudo escuro, pois minha mãe ainda não havia chegado. Minha casa a noite já é bastante escura por natureza, existem duas árvores na frente que tapa quase toda claridade que vem do poste. Nós estávamos sentados bem na direção da porta da entrada de casa, e sempre tinha um radinho que nos acompanhava.
Enquanto minha mãe não chegava, minha fome aumentava cada vez mais, e minha casa estava fechada. Pensei então em dar a volta na casa e entrar pelos fundos, passei pelos cães, atravessei o quintal, mas a porta do fundo também estava trancada. Desde aquele momento percebi que existia algo estranho, pois senti um calafrio que me arrepiou todos os pelos dos braços, voltei muito mais rápido do que entrei, para onde estavam os amigos.
Aguardei mais uns trinta minutos e minha mãe não chegava, creio que já eram umas nove da noite. Resolvi então seguir até a casa de meu irmão que não ficava muito longe de onde estávamos. Ele tem uma cópia da chave de casa, fui então buscar.
Quando cheguei, tinha algumas coisas pra comer e não resisti, enchi a barriga ali mesmo. Os amigos ficaram lá na frente de casa, pois eu disse que já voltava. Fiquei na casa de meu irmão uns vinte minutos, iria pegar a chave mesmo assim para poder pegar outras fitas em meu quarto. Estávamos somente com a do Deicide pra escutar.
Retornando pra casa eles estavam no mesmo lugar, desta vez bem na frente de meu portão. Só trocaram o lado da rua...
Quando cheguei, tinha algumas coisas pra comer e não resisti, enchi a barriga ali mesmo. Os amigos ficaram lá na frente de casa, pois eu disse que já voltava. Fiquei na casa de meu irmão uns vinte minutos, iria pegar a chave mesmo assim para poder pegar outras fitas em meu quarto. Estávamos somente com a do Deicide pra escutar.
Retornando pra casa eles estavam no mesmo lugar, desta vez bem na frente de meu portão. Só trocaram o lado da rua...
Assim que abri a porta da frente, novamente o mesmo calafrio. Não sei se foi pelo fato de eu sentir algo estranho novamente ou por eu ter lembrado daquela situação minutos antes no fundo de casa. Acredito que a primeira opção seja a mais óbvia para aquela situação.
Passei pela sala em direção a cozinha e fui acendendo todas as luzes, na cozinha acendi as luzes também. Estava de costas para o corredor onde estão os quartos, fui me virando vagarosamente, meu corredor escuro... Bem lá na frente, avistei um vulto parecido com um humano de grande porte, estava virado como se fosse entrar em meu quarto ou seja, eu estava vendo-o pela lateral. Para se ter uma idéia ele era um pouco mais baixo que o batente da porta, não conseguia ver seus traços nem seu rosto porque de fato era todo negro como se fosse um papel recortado e posto ali.
Passei pela sala em direção a cozinha e fui acendendo todas as luzes, na cozinha acendi as luzes também. Estava de costas para o corredor onde estão os quartos, fui me virando vagarosamente, meu corredor escuro... Bem lá na frente, avistei um vulto parecido com um humano de grande porte, estava virado como se fosse entrar em meu quarto ou seja, eu estava vendo-o pela lateral. Para se ter uma idéia ele era um pouco mais baixo que o batente da porta, não conseguia ver seus traços nem seu rosto porque de fato era todo negro como se fosse um papel recortado e posto ali.
Acendi a luz...
As almofadas ali no canto intactas, a cama arrumada como de costume minha mãe sempre deixa, a janela fechada e minha escrivaninha bagunçada, do mesmo jeito que a deixei da ultima vez...
O calafrio me subiu pela ultima vez aquela noite, vendo meu quarto gelado e vazio...
"CASA ASSOMBRADA".
Rio de Janeiro - Brasil, noite de 8 de julho de 1928. Ninguém passava pela Rua Vicente Pires, principalmente à noite. Diziam que ela era amaldiçoada, mas eu não acreditei, precisava de um lugar para ficar, pelo menos por aquela noite. A rua era cercada por velhos sobrados abandonados escuros e sujos, muito sujos. nem as prostitutas e gatunos moravam mais ali. Mas a fome e o frio eram maiores que o medo, maiores que o pavor de passar a noite num lugar tenebroso como aquele. As sombras pareciam sinistramente vivas, minha mente confusa não sabia o que pensar. Mas uma em especial me chamou atenção, fui em sua direção. Acabei chegando num sobrado caindo aos pedaços que estava com a porta escancarada. Minhas pernas tremiam, não era por causa da Cachaça Sangue do Demônio que eu havia tomado no Bar do Seu Zequinha, era medo mesmo! Havia teias de aranha por todo o lugar, sem falar no cheiro de mofo, parecia abandonado há anos. Mas algo estranho, muito estranho aconteceu. Uma luz de vela brilhava num aposento ao lado, fiquei hipnotizado e foi em direção daquela luz. Ao chegar ao aposento, tamanho foi o susto, que se eu fosse uma mulher, um rebento ali teria se formado!!! Havia uma mulher sentada numa cadeira empoeirada com uma caixa ao seu lado. Ela era feia, vestia uma camisola verde claro (meio azul piscina) como aquelas usadas em hospital (americano, claro). Fiquei mais surpreso ainda quando ela me chamou pelo nome:"Belmiro! Será que você pode ma ajudar?" A voz era esganiçada e sombria. Contive meu temor."Não tenha medo Sr. Belmiro. Eu sei que o senhor precisa de dinheiro... eu pago bem ao senhor se me ajudar com esta caixa. Eu já cansei de pedir, mas ninguém me ajuda" disse a figura. Essa seria minha chance de comer algo decente (as moelas que comia no Seu Zequinha não eram consideradas descentes). Todo o medo que existia passou no momento que ela disse que me pagaria (de graça até ônibus errado). Não pestanejei e aceitei automaticamente, nem quis saber o que tinha na caixa. Somente perguntei para onde eu deveria levá-la. Ela me deu o "cascalho", o qual nem contei e enfiei-o no bolso, certificando que o mesmo não estava furado. Já com o endereço em mente, calculei que levaria menos de 15 minutos. Seria o dinheiro mais fácil da minha vida. A mulher estava logo atrás de mim, pois iria me ensinar o caminho. No início não notei nada de errado, mas de repente, comecei a sentir um cheiro estranho, muito estranho, vindo da caixa...um cheiro de morte!!!!! A mulher continuava falando, mas não via mais a sombra dela no chão. Nesse momento, eu olhei de lado para onde ela deveria estar, mas não estava! Comecei a ficar com medo. Parei um instante e pensei em abrir a caixa, mas fui interrompido pela voz da mulher: "Ei!!!!...Não abra a caixa!!! O senhor terá que ir até o fim!!! Já que paguei adiantado pelo serviço!!!!" O pavor tomou conta de mim, minha mente confusa, não sabia o que fazer. Não sabia de onde vinha a famigerada voz. Imaginei que vinhiesse da caixa, mas não quis arriscar. "Não para Seu Belmiro!! Eu quero chegar logo!!!!" Agora eu não tive dúvidas. A voz vinha realmente da caixa!!!! "Que isso!!!"pensei comigo mesmo. Pensei em atirá-la no bueiro mais próximo, mas não consegui tirá-la da minha mão, parecia colada! Tentei de todo jeito me livrar daquele artefato do capeta, mas acabei levando-o ao tal destino. Depois de penosos 20 minutos, cheguei numa bela casa. Um homem bem apanhado me atendeu, deixei a caixa na chão. O individuo, meio sem saber o que fazer, pegou a caixa e começou a abrir-la, não agüentei a curiosidade e dei uma olhada para dentro dela. Assim que ele abriu, o fundo se rompeu e um monte de ossos velhos, sangue e carne em decomposição esparramou-se pelo assoalho da casa. A cabeça da mulher rolou pela sala de visitas, e novamente sua voz repugnante ecou: "Eu voltei para você meu querido!!!! Hahahahahaha!!!!!" O Homem, tomado pelo pânico, teve um "piripaque" e desmaiou, batendo a cabeça na quina da mesa, abrindo uma grande ferida por onde começou a sair sangue. Por pouco eu também não fui "pro saco", mas consegui me manter acordado e antes de dar o fora dali com a dinheiro, chamei uma ambulância e a polícia. Só mais tarde descobri que o homem, um tal de Sr. Bonilha, envenenara sua esposa há anos e escondera o cadáver naquele sobrado abandonado. E eu servi de "Mensageiro do Cão", levando aquela encomenda macabra para o antigo "dono". Não consegui dormir por dias e sai da cidade rumo à Juiz de Fora (uma cidadezinha fedida do interior do Estado de Minas Gerais). Nunca mais voltei à Rua Vicente Pires... mas ouvi dizer que o velho sobrado ainda existe, mas agora sob o signo dos Malditos: "CASA ASSOMBRADA".
Matadoro da Avenida Salgado Filho
Lenda do Matadouro da Avenida Salgado Filho Há alguns anos atrás eu tinha uma amiga que fazia doações para um abrigo de crianças carentes com necessidades especiais , localizado na Rua Salgado Filho , na cidade de Curitiba . Um certo dia fomos juntas até este orfanato , assim doamos roupas e brinquedos . Então , num tom nostálgico , ela me disse : - Já que você gosta de lendas urbanas quero que você saiba que este lugar possui muitas destas histórias . Deste jeito exclamei : - Conta para mim ! Desta maneira minha colega contou : Reza a lenda que no século dezenove este local era um matadouro de bois .Dentro dele havia um touro negro que ninguém conseguia matar . Na primeira vez que ele foi para a guilhotina , a lâmina caiu . Depois um funcionário tentou atacar o animal com uma faca , mas este homem teve um ataque cardíaco e faleceu naquele mesmo instante . Porém o bicho nada sofreu . Exaustos , os trabalhadores deixaram para matar o boi no dia seguinte . Quando a secretária abriu o matadouro , viu aquele bovino negro flutuando entre uma fumaça muito branca , com os olhos vermelhos . Assim os funcionários chamaram um padre exorcista que após muita reza fez com que o touro sobrenatural desmaiasse . Porém ninguém teve coragem de matar o animal . Deste jeito um carroceiro ficou com a missão de levar o animal para uma fazenda na zona rural de São José dos Pinhais , região metropolitana de Curitiba . Porém aconteceu um fatal acidente no meio do caminho , onde o condutor e o animal faleceram no local . Um século se passou e o antigo matadouro virou um orfanato para crianças carentes com necessidades especiais . Dentre elas havia uma menina cujo apelido era Trancinha , por causa do seu penteado . Uma vez esta garota estava cantando a seguinte música : - Boi , boi , boi ... - Boi da cara preta ... - Pegue esta criança que tem medo de careta ... Então , de repente , apareceu o fantasma de um touro para esta criança e ela começou a brincar com ele . Numa das brincadeiras Trancinha tirou seu casaco vermelho e passou a brincar de toureiro com o animal . Naquele instante uma das professoras abriu a porta da sala onde a garota estava e indagou : - Com quem você estava falando ? A menina respondeu : - Com o boi preto . A mestra perguntou novamente : - Onde ele está ? A pequena falou : - Ele sumiu , pois se assustou com o barulho da porta . Por se tratar de uma criança com necessidades especiais , a educadora não levou a história do boi a sério e afirmou para a aluna : - Me dê a mão e vamos brincar com o resto da turma . No dia seguinte , Trancinha estava cantando a música Boi da Cara Preta sozinha , sentada na areia do parquinho , e a professora perguntou : - Como vai ? A menina repondeu : - Vou bem porque estou brincando com o boi negro . - Quer brincar com a gente ? Naquele momento a educadora olhou para o lado esquerdo da garota , viu marcas de patas bovinas na areia e ficou assustada . Naquela mesma noite , esta mestra sonhou que montou num touro negro , que depois de alguns segundos transformou – se em uma montanha de dinheiro . Uma semana depois esta educadora ganhou muitos cruzeiros num sorteio e saiu do seu trabalho . Alguns dias depois Trancinha faleceu de meningite e após sua morte , as crianças do orfanato afirmaram que viam o espírito da menina montado em cima de um boi preto , com olhos vermelhos . Este causo ficou conhecido como : A Lenda do Matadouro da Avenida Salgado Filho . Muito tempo se passou após a minha amiga contar este causo . Ela desencarnou há dois anos atrás de falência múltipla dos órgãos , pois já tinha a idade avançada . Hoje não existe mais o educandário para crianças carentes naquele local . Pois o orfanato deixou de receber donativos gradativamente . Hoje em dia , quando passo em frente a este lugar sinto um misto de saudade com nostalgia . Luciana do Rocio - 21/2/2009



















