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Albert Fish

| segunda-feira, 1 de novembro de 2010 | 2 comentários |
Albert Fish nasceu em Washington em 1870. Aos 5 anos ele foi para um orfanato. No orfanato ele tomou um prazer imenso ao ser abusado, o que influenciou sua mente a gostar do sado-masoquismo. Aos 7 anos sua mãe o tirou de lá porque havia conseguido um emprego.

Aos 9 ele caiu de uma cerejeira e machucou-se seriamente na cabeça, o que mais tarde causara dores de cabeça e pequenos problemas mentais (é muito comum acontecer isso entre os serial killers na infância). Aos vinte anos ele se mudou para Nova York, onde começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais. Em Nova York ele começou a estuprar crianças e participar de "atividades bizarras". Cometeu seu primeiro assassinato em 1910, onde ele mutilou e torturou sua vítima. Daí então ele começou a ter preferência por crianças e começou a assassiná-las.

Por volta de 1920 Fish viajou por 23 estados americanos pintando casas, ele via esse trabalho como a perfeita oportunidade para cometer suas atrocidades às criançinhas.

Fish lia frequentemente a bíblia e dizia que a voz de Deus o mandava matar. Ele também gostava de inserir agulhas no corpo perto da genitália, atos de dor o excitavam.

Em maio de 1928 um homem chamado Frank Howard fez amizade com a família Budd. Um dia o Sr. Howard perguntou se ele podia levar Grace, a filha de 10 anos, para uma festa. A família Budd permitiu... e nunca mais viu sua filha ou o velho homem novamente.

O Sr. Howard era de fato Albert Fish, aos 58 anos. Ele teve a idéia de matar Grace Budd para depois usar seu corpo para atos de canibalismo. Seis meses depois, a família Budd recebeu uma carta anônima do assassino que admitiu ter matado Grace, cozido seu corpo e depois comê-lo.

A polícia procurou por alguns apartamentos onde achavam que as letras tanto da carta quanto da pessoa eram parecidas. Até que encontraram Albert Fish.

Ele ficou conhecido como "O Vampiro do Brooklyn" que tirou a vida de 4 crianças em 1932-34. Fish foi acusado pelo assassinato de Grace Budd, sua defesa foi a insanidade. O juri não concordou com a idéia e Fish foi setenciado à morte. Em Sing Sing Prison em 16 de janeiro de 1936, Albert fish que descreveu a sentença à morte como "a maior emoção da minha vida", foi eletrecutado. A primeira carga elétrica falhou por baixo circuito, isso por causa das agulhas que Fish havia inserido em seu corpo por todos aqueles anos. Albert Fish cometeu centenas de abusos sexuais e 16 (ou mais) assassinatos.

RICHARD SPECK

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Richard Franklin Speck, 24 anos, lixeiro semi-analfabeto de Chicago, era fanático por quadrinhos e viciado em drogras e álcool. Tinha a frase "Born to Raise Hell" ("Nascido pra zuar", em tradução anos 90) tatuada no antebraço. Na noite de 14 de julho de 1966, completamente bêbado e armado com um revólver e uma faca, invadiu a casa de nove enfermeiras que moravam juntas. Após amarrá-las, matou-as uma a uma. A única sobrevivente foi Cotazón Amurao, de 23 anos, que se arrastou para baixo de uma cama e ficou escondida durante o massacre.

Identificado por suas digitais e reconhecido por Corazón, Speck foi acusado de assassinato em primeiro grau e setenciado à cadeira elétrica em julho de 1967. Quando a Suprema Corte aboliu a pena de morte, Speck foi novamente a julgamento e condenado a 400 anos de prisão. Alegou inocência até 1978, quando finalmente confessou o crime a um repórter. Em 5 de dezembro de 1991, teve um ataque cardiaco fatal. E em maio de1996, uma emissora de Chicago pôs no ar um vídeo de duas horas contradandeado da prisão de Stateville. Na fita, Speck aparece com implantes de silicone e usando calcinhas!. Em tom cínico e recheado de gargalhadas, ele falava sobre seus crimes aberta e livremente, comentava sobre relacionamentos homossexuais que tinha na prisão e cheirava enormes carreiras de cocaína.

Em certo momento, ele afirma: "Se esses caras soubessem o quanto eu me diverti, teriam me soltado! Matar não é como na TV, onde em três segundos a vítima já era. A coisa toda leva três, quatro minutos... você tem que usar muita força!"

Orlando Sabino - A Lenda do Monstro do Triângulo

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Horror, mortes e muito medo. Essa é a lembrança de nossos avós, tios e amigos que viveram no Triângulo Mineiro no início da década de 70, todos, sem exceção, mencionam o terror que Orlando Sabino, o “monstro” de Capinópolis levou à população.
Homens, mulheres e animais sendo mortos com requintes de crueldade e nenhuma pista do assassino.
Segundo relatos, foram mais de 28 pessoas e aproximadamente 100 bezerros, todos mortos barbaramente desde Paracatu -Mg. até Capinópolis-Mg.
Mas como explicar os assassinatos que aconteciam quase ao mesmo tempo em cidades mineiras vizinhas  e na zona rural?
Muitos diziam que Orlando Sabino havia feito um pacto com o demônio, o que lhe garantia o poder de camuflar entre pedras e cupins no pasto ou até mesmo de andar na velocidade do vento, o que explicaria o motivo dos assassinatos que aconteciam quase ao mesmo tempo em lugares distintos.
O maior telejornal do país na época, o jornal Nacional da tv Globo noticiava os feitos criminosos de Orlando na região na voz dramática de Cid Moreira, aumentando ainda mais o pavor na cidade e na zona rural.
Mas o que muitos não sabem é que a Tv Globo era simpatizante do regime militar que comandava o Brasil e mascarava as atividades da ditadura em sua programação, já que a concessão da emissora foi cedida durante este período e poderia ser indeferida caso algo que não agradace ao governo fosse publicado, o que leva a crer que o papel da Globo naquele momento era desviar a atenção do povo para o “monstro”.
Caminhões repletos de militares vasculhavam o Pontal do Triângulo Mineiro a procura de Orlando Sabino, ou seria perseguindo a guerilha urbana e rural que era contra o regime militar?
Exames de balística comprovam que em alguns corpos e carcaças de animais foram encontrados projéteis que eram de uso exclusivo das forças armadas do Brasil.
Após 48 dias de buscas, Orlando Sabino foi encontrado às margens do rio Paranaíba próximo à Ipiaçu-Mg., o cruel e sanguinário assassino estava muito assustado e tremia de medo.
Orlando Sabino, negro, 30 anos, foi levado ao batalhão da polícia na cidade de Uberaba, aproximadamente a 260 km de Capinópolis, onde foi interrogado por dois dias e segundo as autoridades, confessou todos os crimes.
Os militares divulgaram parte da confissão de Orlando Sabino, que alegou matar por vingança, pois quando era menino foi juntamente com o pai cobrar uma dívida de um fazendeiro e foram recebidos a tiros; uma das balas matou seu pai.
Médicos que examinaram o “monstro” disseram que ele sofria de esquizofrenia, o que explicaria seu comportamento assassino.
Mitos, que de tanto serem lembrados e comentados se tornaram reais, mascarando a negra atividade do regime militar, o verdadeiro “monstro”, mas que a população não exergava como um perfil de negro, franzino, barba rala e muito cruel.

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Jack, O Estripador

| quarta-feira, 27 de outubro de 2010 | 0 comentários |
Poucas figuras na história moderna conservam o fascínio do assassino de Whitechapel. E poucas evocam tão prontamente a atmosfera gótica dos estertores da Inglaterra Vitoriana e suas ruas enevoadas divididas entre carruagens e trens a vapor, becos escuros e ruas principais iluminadas artificialmente, aristocratas e miseráveis, ciência e superstição. Por que Jack ainda exerce sua macabra atração, mais de cem anos após seu último crime? Diversos são os motivos: ele é a encarnação do medo da noite e do escuro, e, longe de ser um ser imaginário, é um perigo real que pode surgir no próximo beco ou estar seguindo você na sua volta para casa, altas horas da noite. É inclemente, impiedoso, sanguinário, e saiu impune de todos os seus crimes.Jack é o primeiro serial killer do mundo moderno. Criminosos e assassinos existem no mundo desde Caim, mas Jack é o primeiro a aparecer numa sociedade que acredita piamente na ciência e na razão, mas que, em contrapartida, ainda desconfia nas soluções propostas pela mesma ciência, como podemos ver em "Frankenstein" e em "O Médico e o Monstro". O principal motivo do fascínio é que ninguém sabe quem era Jack, muitas suspeitas e nomes foram levantados, mas o caso jamais foi resolvido. O que ficou na história foram os fatos e a tentativa de explicar o sangue que lavou as ruas do East End londrino.Nas últimas décadas do século XIX, o Império Britânico começava a desmoronar, e a própria vida na cidade não era fácil para seus moradores, principalmente os de classes menos favorecidas. A miséria, a exploração e as epidemias eram constantes, mas, mesmo para pessoas acostumadas com a degradação, os crimes de Whitechapel eram devastadores. O primeiro deles ocorreu em 31 de agosto de 1888. Mary Ann Nichols foi encontrada com sua garganta cortada. Em 8 de setembro, Annie Chapman foi encontrada mutilada. Dois outros corpos, de Elizabeth Stride (Liz) e Catherine Eddowes foram encontrados em 30 de setembro. Eddowes estava quase irreconhecível. O último, e mais selvagem assassinato, foi o de Mary Jane Kelly, em 8 de novembro. Todas elas tinham em comum o fato de que eram prostitutas, e seus assassinatos foram reinvindicados por um homem que se auto intitulou Jack the Ripper, ou Jack, o Estripador. Os crimes tiveram imenso impacto sobre a cidade. Medo, silêncio e revolta eram a tônica da cidade. Para se medir o quanto isso afetou Londres, os crimes foram o único assunto que as revistas musicais e seus comediantes se recusaram a abordar. E quem era Jack? Muitas hipóteses foram levantadas: seria um louco, um sádico? Poderia ser um cirurgião, já que era evidente a destreza das mutilações; poderia ser um fanático religioso (alguns falam que as mortes fariam partes de rituais da maçonaria), ou um tipo de justiceiro com uma visão doentia de moralidade ou mesmo um misógino com problemas psiquiátricos? Uma hipótese levantada, e defendida por várias correntes seria a de que a polícia não teria o mínimo interesse em resolver o caso, pois Jack seria membro da família Real, e a revelação acarretaria uma séria crise no governo. Interessante notar que nenhuma das hipóteses é completa, mesmo porque a investigação policial ainda engatinhava naquele tempo (só para dar um quadro melhor, um assassino ou ladrão tinha que ser pego no ato, pois mesmo métodos como comparação de impressões digitais só seria desenvolvido anos depois). O herdeiro real a que se atribui a autoria dos crimes não teria conhecimentos anatômicos suficientes demonstrados pelo criminoso (ele tinha problemas de aprendizado, e nunca tivera formação completa). Dono de distúrbios de temperamento e com indefinição de preferências sexuais, tanto o príncipe herdeiro, Albert Victor, chamado Eddy pela família Real, quanto seu amante, por um tempo seu tutor, o nobre James Stephen , foram suspeitos de ser o Estripador, isoladamente ou em cumplicidade (alguns citam que Eddy matava, e seria o autor das cartas e da identidade de Jack). Em 1993 veio a público um diário de James Maybrick, um comerciante de algodão que dizia ser o Estripador. Outros já haviam dito o mesmo, como um anônimo médico do St. George Hospital. Muitos dizem que o assassino estaria mais ligado às vitimas do que se poderia pensar: poderia ter sido Joseph Barnett, companheiro de Mary Jane Kelly, que odiaria a vida que a mulher seguia, matando suas colegas para demovê-la da prostituição, e matando-a por seu plano não surtir efeito. Outro médico suspeito teria sido o americano Francis Tumblety, que visitava Londres frequentemente, odiava mulheres e tinha como hobby colecionar orgãos humanos como úteros de mulheres. Um açougueiro judeu, um médico russo louco e um cirurgião judeu famoso que nunca tiveram identidades confirmadas também foram citados como Jack o Estripador de Whitechapel. O que temos de concreto é que não sabemos a identidade do assassino Jack. Mais de cem anos não conseguiram esclarecer o mistério de Whitechapel. Ficou ele como um monstro dos tempos modernos, nos limites do que chamamos humanidade.

Lucian Staniak (20)

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Conhecido como "A Aranha Vermelha", Lucian foi o serial killer que matou mais gente na Polônia. Seu reinado de terror começou em 1964. Um assassino pitoresco, deixava notas poéticas comentando seu comportamento. Matou sua 1ª vitima conhecida durante um feriado nacional, e deixou a seguinte nota:" Colhi uma suculenta flor em Ulsztyn e farei isso com mais alguém, porque não há feriado sem funeral." Nos próximos 3 anos, este delinqüente sexual matou e mutilou pelo menos 20 mulheres.

Foi descoberto quando matou uma colega membro do Clube dos Amantes da Arte. Suas pinturas, feitas principalmente em vermelho e sobre cenas de mutilação, fizeram a polícia suspeitar dele. Investigando seu passado recente (2 anos), a polícia percebeu que seus passos combinavam com os crimes. Depois de confessar, foi mandado para um hospício, onde ainda pintou muito.

Bela Kiss (24)

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Serial killer húngaro, suas façanhas foram imortalizadas pelo poeta surrealista Antonin Artaud. Em 1912, depois de mudar-se com sua esposa para a vila de Czinkota, ela começou a ter um caso. Logo os amantes sumiram e Bela contou aos vizinhos que eles fugiram. Logo depois, adquiriu 55 barris de metal. Falou para a polícia local que iria estocar gasolina por causa da iminente guerra. Em 1914, foi recrutado pelo exército e mandado para o campo de batalha. Morreu na guerra. Quando soldados passaram pela cidade à procura de gasolina, alguém lembrou dos barris de Bela. Ao abrirem na certeza de encontrar gasolina, encontraram 24 corpos preservados em álcool. Aparentemente, Bela chamava a si próprio de Hoffman, colocava anúncios em jornais locais descrevendo a si mesmo como solitário viúvo procurando companhia feminina. Garroteava aquelas mulheres que respondiam ao anúncio, e as colocava nos barris. Os corpos de sua mulher e do amante também foram encontrados ali. Ao investigarem sua morte, constataram no hospital que ele havia trocado de identidade com algum soldado ferido gravemente, e escapara ileso da guerra. Nunca foi encontrado, apesar de falsos alarmes de que teria sido visto em Budapeste ou Nova Iorque.

Marcel Petiot (24+)

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Na escola de medicina, já era considerado ladrão. Acredita-se que, depois de formado, matou três de seus pacientes na cidade de Villanueye, França. Forçado a mudar-se, foi para Paris, onde continuou sua carreira como vigarista e trapaceiro. Durante a WW2, Dr. Petiot viu uma oportunidade de ouro para fazer muito dinheiro. Comprou uma casa na Rua Lesueur e tornou-a a prova de som, uma perfeita armadilha. Matou mais de 63 pessoas, a maioria judeus, que tentavam, escapar dos nazistas.

O astuto médico falava para suas vítimas que era membro da Resistência Francesa e arrumava fugas seguras para a América do Sul, cobrando, é claro. Depois de receber o dinheiro, o doutor aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que se tratava de vacina contra doenças tropicais. Levava-as até um quarto à prova de som onde pedia que esperassem a resistência. Quando o veneno fazia efeito, o prazer de Petiot era observar sua morte através de "buracos de espiar" especialmente feitos com este fim. Terminada a cena, mutilava os corpos e os jogava num poço de cal.

Depois passou a incinerar os corpos. Em 1944, foi preso.

Foram encontrados 27 corpos mutilados no seu porão. Ele alegou que eram nazistas mortos pela Resistência, um puro francês fazendo seu dever, e foi liberado pela polícia. Livre, desapareceu. Só foi preso novamente meses depois, quando um jornal acusou-o de ser um simpatizante nazista. Foi então acusado de 24 mortes. Durante o julgamento, confessou 63 assassinatos de "inimigos da França".

Ninguém acreditou que ele era da Resistência, e foi condenado à morte. Foi guilhotinado em 26/5/1946. Também acredita-se que a conta de mortes ultrapassa 63, e que os corpos eram jogados no Rio Sena ou no parque Bois de Boulogne, onde foram encontrados vários corpos desmembrados em 1942.

Patrick W. Kearney (28+)

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O mais importante serial killer de estradas da Califórnia. Meticuloso, limpo e organizado assassino, deixava suas vítimas desmembradas e lavadas em sacos de lixo ao longo das estradas da Califórnia. Kearney e seu amante, David D. Hill, eram ambos veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde iniciavam suas ações homicidas.

Os "assassinos do Saco de Lixo", como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside, viram seu próprio pôster de procurados e se entregaram.

Depois, foram soltos por falta de provas. Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que matar excitava-o e lhe dava uma sensação de domínio.

Elizabeth Bàthory (40+)

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Condessa húngara do século XVI, Bàthory adorava tomar banho em sangue, pois acreditava que assim permaneceria com aspecto jovem. O número estimado de moças assassinadas para levar à cabo 10 anos de tratamento de beleza varia entre 40 e 600.

A sangrenta condessa, viúva de um herói húngaro e descendente do legendário Vlad o Impalador, filho do Conde Drácula, passou a vida mergulhada em magia negra e sadismo. Sabe-se que, por exemplo, extirpou a boca de uma serviçal por ela ser muito barulhenta. Em janeiro de 1611, após rumores sobre seu comportamento, um grupo liderado pelo Conde Thurzo (primo) entrou no Castelo Csejthe e flagrou-a em seu banho estético.

Para proteger o nome de família, a condessa nunca foi formalmente acusada de nenhum crime, mas o Conde condenou-a a prisão domiciliar. A condessa foi trancada em sua torre por maçons. Duas cúmplices suas tiveram os dedos amputados antes de serem queimadas. O único cúmplice homem foi decapitado. A condessa morreu em 21 de agosto de 1614, três anos depois de ter sido trancada em seu quarto. Parece que o elixir fazia mesmo diferença...

Gaiola de Cravos
Atribui-se geralmente a invenção desse engenhoso instrumento à condessa húngara Elizabeth Bàthory, que, todavia, existem registros de seu uso já no tempo dos romanos. Frise-se, porém, que não era um modo de interrogatório ou punição judicial, sendo utilizado apenas por certos indivíduos, isoladamente.

Basicamente, o engenho era uma gaiola cilíndrica de lâminas de ferro afiadas, cujo interior era guarnecido de pontas aguçadas de ferro. A vítima era trancada na gaiola e o torturador, armado de um archote, um ferro em brasa ou ainda de um ferro pontiagudo, começava a espetar ou atiçar o prisioneiro, que, em seus movimentos de recuo, ia chocar-se contra as pontas e lâminas da gaiola. O resultado final é fácil de imaginar-se.

Embora a maioria das gaiolas de cravos de que se tem notícia fossem colocadas diretamente sobre a terra, diz-se que a gaiola de Elizabeth Bàthory (aperfeiçoada para que ela tomasse os famosos banhos de sangue que, segundo supunha, a manteriam sempre jovem e bela) era suspensa no teto; a condessa sentava-se abaixo dela e o sangue corria diretamente sobre seu corpo.

Delfina & Maria de Jesus Gonzales ( 91+)

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Estas duas irmãs mortais dirigiam um bordel na cidade de Guanajuato, México. Recrutavam prostitutas através de anúncios pedindo ajuda e as matavam quando paravam de agradar a clientela. Algumas vezes também mataram "clientes ricos". Depois de muitos desaparecimentos inexplicados, a polícia achou os corpos de 11 homens, 18 mulheres e vários fetos.

Dr. Jack Kevorkian (130)

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Em 26 de março de 1999, este médico foi condenado por homicídio em 2º grau pela morte de um homem doente através de uma injeção letal. A morte foi filmada e veiculada na mídia pelo programa 60 Minutos. Foi o primeiro de 5 julgamentos onde foi considerado culpado. Não consideraram homicídio em 1º grau por ter sido um ato de senso comum.br>
Kevorkian, aos 70 anos, ainda pode ser condenado à prisão perpétua sem condicional, pela morte de Thomas Youk, que sofria da doença de Lou Gehrig. Também é acusado por vender drogas controladas.

Após a apresentação na mídia do suicídio assistido, Kevorkian foi processado e chamado de Dr. Morte. Sua fiança foi estabelecida em U$ 750.000. Apesar do consentimento de Youk para que fosse morto, esta não é uma defesa viável para tirar a vida de alguém segundo a promotoria americana.

O Dr. Morte é supostamente envolvido em 130 suicídios assistidos desde 1990. Este n.º faz dele o mais ativo serial killer hoje nos EUA.

Já foi absolvido 3 vezes, mas a atual acusação foi de assassinato, e não suicídio assistido. Mudou seu Modus Operandi de monóxido de carbono ou químicos intravenosos para injeção letal.

Kevorkian representou a si mesmo no tribunal, e disse que não tinha muito a perder se sua pena fosse perpétua, pois não lhe restava tanto tempo de vida.

Luis Alfredo Gavarito (140)

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Em 1999, o colombiano Garavito confessou estuprar, torturar e matar 140 crianças em 5 anos de matança. Foram encontrados 114 esqueletos. Em seu bolso, o matador carregava um velho caderno, onde em 140 linhas estavam simbolizadas cada uma de suas vítimas.

Os corpos mutilados, a maioria masculinos com idade entre 8 e 16 anos, foram descobertos em mais de 60 cidades da Colômbia Os corpos estavam decapitados e com sinais de amarradura e mutilação.

A Caçada Nacional foi disparada depois que 36 corpos em decomposição foram encontrados perto da cidade de Pereira, em 1997. Na época da investigação, as suspeitas eram de que se tratava de casos relacionados com rituais de magia negra. As autoridades também suspeitaram de tráfico de órgãos e pedofilia. Depois de 18 meses de investigação, Garavito foi preso sob acusação de estuprar uma criança, em Villavivencio.

Nascido na Colômbia, na região cafeeira, era o mais velho de sete crianças. Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. Garavito também era alcoólatra grave, além de ter sido tratado por depressão e tendências suicidas. Declarou ter cometido a maioria dos crimes enquanto bêbado. Estudou somente por 5 anos, e saiu de casa aos 16 anos. Trabalhou como caixeiro de loja e vendedor de rua de imagens religiosas e cartões de oração. Os promotores do caso declararam que ele encontrava suas vítimas nas ruas, ganhando sua confiança ao dar-lhes refrigerantes e dinheiro. Aparentemente, cometeu o primeiro assassinato em 1992.

A polícia só se deu conta que havia um serial killer à solta depois que 25 corpos foram encontrados na cidade de Pereira. As vítimas foram encontradas com a garganta cortada, e alguns traziam nos corpos sinais de tortura e estupro. Eram crianças pobres, que perambulavam pelas ruas do mercado ou moravam na rua. Garavito era conhecido como PATETA, O LOUCO e O PADRE. Se apresentava como vendedor de rua, monge, indigente, doente ou representante de fundações fictícias para idosos e educação infantil. Dessa maneira, conseguia entrada livre nas escolas como palestrante.

Mudou-se para diversas partes do país depois que começou a matar grande número de vítimas, em 1994. Passou um tempo no Equador, mas não se sabe quantas vítimas fez ali.br>
A maioria dos assassinatos ocorreu no estado de Risaralda e sua capital, Pereira. Quarenta e um corpos foram encontrados ali e 27 na cidade vizinha de Valle de Cauca. Em maio de 2000, na cidade de Bogotá, foi condenado a 1.853 anos de prisão.

Gilles de Rais (140+)

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Herói de guerra francês do século XV, Gilles foi o pior matador medieval da Europa. Aliado de Joana D'Arc durante a Guerra dos Cem Anos, era expert em retirar ingleses da França. Depois de ser nomeado Marechal da França pelo Rei Charles VII, estabeleceu-se na Bretanha, onde dirigiu seus heróicos impulsos para torturar e assassinar. Gostava principalmente de matar meninos, que eram sodomizados e depois decapitados. Também divertia-se observando seus servos "destrinchando" os corpos dos meninos e masturbava-se sobre suas entranhas.

Pelo fato de ser barão, ninguém associou o desaparecimento de meninos nas redondezas de seu castelo com a sua pessoa. Era patrono das artes, além de praticar magia negra e alquimia. Seu reinado de terror só terminou quando o Duque da Bretanha encontrou restos mortais mutilados de 50 meninos em seu castelo. Ele confessou ter assassinado 140 garotos, mas acredita-se que este número deve ser maior que 300. Em 1440, Gilles foi enforcado e queimado simultaneamente. Seus dois cúmplices e servos foram queimados vivos.

Pedro Alonso Lopez (300+)

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O mais mortal serial killer dos arquivos, conhecido como Monstro dos Andes, agiu em 3 países. Nasceu na Colômbia, mãe prostituta que o expulsou de casa aos 8 anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Para piorar as coisas, foi recolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Aos 18 anos, foi espancado na prisão por uma gangue e se vingou matando 3 de seus algozes.

Ao ser solto, começou matando meninas com júbilo e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de 100 meninas no Peru. Mudou-se para Colômbia e Equador, onde matava em média de 3 vezes por semana. Ele gostava mais de matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de meninas às atividades de escravização e prostituição na área.

Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades estavam cépticas sobre o relatado, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterradas mais de 50 corpos. Acredita-se que 300 assassinatos ainda seja uma baixa estimativa para este serial killer.

Charles Manson

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Filho de uma prostituta, e rapidamente transformado em delinqüente juvenil, Charles Manson nasceu no dia 12 de novembro de 1934. Passou por vários reformatórios durante a adolescência, respondendo por crimes como roubo e falsificação. Em 1954, após cumprir uma pena de 10 anos, Manson funda uma comunidade hippie que se intitularia "A Família". Mais do que líder da família, Manson era uma espécie de guru espiritual para seus seguidores. Sua comunidade hippie vivia perambulando pela periferia das cidades, roubando, vendendo drogas, praticando sexo grupal e realizando rituais propostos por seu líder. Charles Manson logo se tornaria fã dos Beatles e passaria a acreditar que o grupo compunha suas musicas especialmente para ele. Por isso Manson passava horas ouvindo as canções, em busca de mensagens ocultas que ele acreditava serem deixadas pelos Beatles para ele.. Quando o grupo lançou o disco "Álbum Branco", ele gastou muito dinheiro fazendo ligações para Londres, tentando falar com John Lennonn e Paul Mcartney para dizer que já havia decifrado as mensagens. No dia 9 de Agosto de 1969, "A Família" invadiu a mansão do cineasta Roman Polanski, em Hollywood. Eles assassinaram brutalmente a esposa do cineasta e dois casais de convidados que se encontravam na casa, fazendo um total de cinco vítimas naquele dia. Sharon Tate, 26 anos e esposa de Roman Polanski, estava grávida de oito meses. Seu corpo foi perfurado 16 vezes por uma lâmina de baioneta e depois fora enforcada. Estudos posteriores da perícia mostraram que o bebê sobreviveu por muito tempo após a morte de sua mãe. O verdadeiro objetivo de Manson era se vingar de Terry Melcher, antigo morador da casa e produtor dos "Beach Boys". Manson acreditava que Terry havia roubado uma de suas músicas, mas no auge de sua loucura não percebeu que Terry não morava mais ali.



Na noite seguinte o grupo fez mais vítimas: Leno e Rosemary La Bianca, proprietários de uma rede de supermercados. O casal também teve sua casa invadida e foi brutalmente assassinado pelos seguidores de Charles Manson. Eles foram mortos com dezenas de golpes de garfos e facas, e na parede foi deixado escrito em sangue: "Death to Piggies"(morte aos porcos). Esse assassinato é atribuído à musica "Piggies" dos Beatles. Charles Manson e seus seguidores foram presos e acusados pelos assassinatos. O grupo se reuniu em torno de Manson tentando protegê-lo. Manson não estava presente em nenhuma das chacinas de seu grupo, mas a promotoria conseguiu provar que ele fora o mandante dos crimes. No julgamento, três de suas seguidoras tentaram assumir sozinhas a autoria dos assassinatos para inocentar seu líder, mas seus depoimentos não foram aceitos e Charles Manson e todos os seus seguidores foram condenados à prisão perpétua, exceto Linda Kasabian, uma das integrantes do grupo que garantiu sua imunidade proporcionando evidências contra Mason e os outros membros da família.

Finalmente Manson deixou de lado sua figura de pacifista inocente e afirmou seu profundo ódio pela humanidade, acusando-a de rejeitar a ele e aos seus seguidores. Posteriormente foram revelados seus verdadeiros motivos: Manson era um grande racista, que planejava cometer seus crimes brutais contra ricos brancos para que estes fossem atribuídos a negros e se iniciasse uma onda de perseguições contra os negros de todo o país. Atualmente muitos artistas da música têm idolatrado Charles Mason de forma sensacionalista, pregando sua libertação. Um absurdo tendo-se em vista que Manson afirmara que "uma vez começado a matar, nunca pararia até destruir toda a humanidade".

PS:Como Charles Manson não matava sozinho, não matava uma vítima por vez e manteve um período de tempo muito curto entre seus crimes, ele é considerado por muitos um Spree Killer e não um Serial Killer.

OS 10 CRIMINOSOS CANIBAIS QUE CHOCARAM O MUNDO

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Nicolas Cocaign, conhecido como o "canibal de Rouen", matou um companheiro de cela e comeu parte de seus pulmões em 2007. Em seu julgamento, ele afirmou que um impulso sexual o levou a matar seu companheiro e a "curiosidade" sobre o gosto da carne humana a praticar o canibalismo. Ele foi condenado a 30 anos de prisão em junho 2010.


TOP 2º - Anthony Morley - canibal alemão


O cozinheiro britânico Anthony Morley matou o seu amante após os dois terem relações sexuais em abril de 2008. Morley cortou o corpo de Damian Oldfield em seis peças e as cozinhou com ervas e azeite de oliva. Contudo, ele disse que jogou fora a carne porque ela não estava ao seu gosto. Morley, que venceu o concurso Mr. Gay Reino Unido em 1993, foi condenado à prisão perpétua no mesmo ano.


TOP 3º - Robert Ackermann - canibal de Viena


O alemão Rober Ackermann, “o canibal de Viena”, foi preso em agosto de 2007 acusado de assassinar seu companheiro de quarto de 49 anos e comer parte de seus órgãos. Ele foi encontrado pela polícia austríaca com sangue na boca e ao lado do corpo nu da vítima. Ackermann cometeu o crime após uma discussão sobre um vídeo pornô e um isqueiro desaparecidos. Na época, Ackermann tinha apenas 19 anos.


TOP 4º - Stephen Griffiths - o canibal da besta (Reino Unido)


Stephen Griffiths foi preso em maio de 2010 acusado de matar três prostitutas na cidade de Bradford, no norte da Inglaterra. Ele ficou conhecido com o “canibal da besta”, por utilizar a arma (uma espécie de arco-e-flecha) em seus crimes. Em sua primeira aparição no tribunal, ele se apresentou ante ao juiz com o codinome que recebeu da imprensa.


TOP 5º - José Luis Calva Zepeda - canibal do México


O escritor de histórias de terror mexicano José Luis Calva Zepeda foi preso em outubro 2007 acusado de matar e comer os restos mortais de Alejandra Galeana Garavito. A polícia encontrou o corpo da mulher cozinhando em uma panela no apartamento de Zepeda. O escritor admitiu o assassinato, mas negou o canibalismo, dizendo que deu os restos da amante para o seu cachorro. Ele se enforcou na prisão dois meses após ser preso.


TOP 6º - Paul Durant - canibal britânico


O britânico Paul Durant confessou ter matado, esquartejado e comido pedaços do corpo de sua namorada, Karen Durell, em janeiro de 2004 no balneário espanhol de Calpe. Ele foi preso um mês após o crime. De sua cela, ele escreveu cartas dizendo que vozes que emanavam de sua televisão o mandaram cometer o crime. Em novembro de 2007, ele foi condenado a 12 anos de prisão.


TOP 7º - Mohinder Singh e Surender Koli – canibais indianos


O empresário indiano Mohinder Singh e seu empregado Surender Koli foram presos em dezembro de 2006 acusados de assassinar, violentar e tentar comer 19 crianças após a polícia encontrar ossos e restos humanos embalados em sacos de plástico na casa de Singh, na cidade de Noida. Os dois foram condenados à morte em fevereiro de 2009 no julgamento de uma das vítimas, mas Singh foi mais tarde inocentado. Contudo, eles ainda aguardam julgamento de outros casos.


TOP 8º - Armin Meiwes - canibal de Rotemburgo


O alemão Armin Meiwes, conhecido como o “canibal de Rotemburgo” foi condenado à prisão perpétua em 2006 por assassinar, esquartejar e comer um homem que conheceu na internet em março de 2001. O crime ocorreu após a vítima, Bernd Brandes, responder a um chamado de Meiwes, que procurava alguém para se deixar matar e ser devorado por ele.


TOP 9º - Kevin Ray Underwood – canibal americano


O americano Kevin Ray Underwood foi preso em 2006 acusado de matar, abusar do corpo e planejar comer os restos mortais de uma menina de 10 anos na cidade de Purcell, no Estado do Oklahoma. Após confessar o crime, ele foi condenado à pena de morte em março de 2009.


TOP 10º - Andrei Chikatilo – Rússia



O ucraniano Andrei Chikatilo ficou conhecido como o “Açougueiro de Rostov”, na Rússia, pelos assassinatos de mais de 50 mulheres, crianças e adolescentes desde 1978 e até o início dos anos 90. Em 1992, ele foi condenado de matar, molestar, mutilar e comer os restos de algumas de suas vítimas. Chikatilo foi executado em fevereiro de 1994.

Os Maiores assassinatos da história

| terça-feira, 26 de outubro de 2010 | 0 comentários |
Jim Jones


Mortes nas costas: 913.


Onde e quando: Guiana, 18 de novembro de 1978.

O pastor americano Jim Jones fundou uma seita em 1963 e juntou milhares de seguidores fanáticos. Tão fanáticos que engoliam as surras e abusos sexuais que ele cometia. Acuado pela Justiça, Jones foi morar numa fazenda na Guiana em 1977, levando centenas de fiéis. Quando o cerco fechou por lá também, decidiu se matar. E convenceu os seguidores a fazer o mesmo, bebendo cianureto. Resultado: 914 cadáveres – os dos fiéis mais o de Jones, encontrado com um tiro na cabeça.


Behram, o tugue


Mortes nas costas: 931

Onde e quando: Índia, entre 1790 e 1840.


Ninguém matou mais gente que ele, pelo menos segundo o Guiness Book. Pudera: o hindu Behram (de sobrenome desconhecido) era membro da seita tugue, que sacrificava gente durante seus cultos religiosos. Suas vítimas preferidas eram andarilhos: eles chegavam, faziam amizade e, quando não tivesse ninguém por perto, os estrangulavam com uma faixa de pano. Os tugues agiram do século 14 ao 19, quando foram exterminados pelos colonizadores britânicos.


Pedro Alonso Lopez


Mortes nas costas: Cerca de 300*


Onde e quando: América do Sul, anos 70.


"Eu ia atrás das minhas vítimas em mercados. Procurava menininhas com olhar bonito e inocente. Quando encontrava uma, a seguia por 2, 3 dias, até que estivesse sozinha. Então..." Lopez, o Monstro dos Andes, fez isso centenas de vezes. Agiu na Colômbia (seu país natal), Equador e Peru. Chegou a matar 3 garotas por semana. Quando a polícia o pegou, em 1980, Lopez confessou tudo. Mas só acreditaram no sujeito depois de encontrar 53 corpos de meninas entre 8 e 12 anos num terreno indicado por ele. Hoje, o Monstro tem 57 anos, e continua preso.


* Quantidade estimada – nem a polícia nem o assassino sabem o número exato de vítimas