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A floresta da morte no Japão

| quarta-feira, 27 de outubro de 2010 | 0 comentários |
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A floresta de Aokigahara, aos pés do Monte Fuji, no Japão, ficou conhecida por um fato mórbido.
No século 19, Aokigahara foi um dos lugares onde as famílias mais pobres abandonavam crianças e idosos.
Já no século seguinte, desde anos 50, mais de 500 pessoas entraram na floresta, também conhecida por Mar de Árvores, para cometer suicídio.
Supostamente, tudo teria começado depois que Seicho Matsumoto publicou o romance Kuroi Jukai (O Negro Mar de Árvores), que termina com um dos personagens entrando na floresta para morrer. Desde então, cerca de trinta corpos são encontrados anualmente.
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Nos anos 70, o problema ganhou atenção nacional e o governo japonês passou a organizar buscas anuais na floresta. Em 2002, foram encontrados 78 corpos, superando o ano de 1998, que até então era o ano recorde, com 73 corpos.
Como uma última tentativa de impedir os suicidas, as autoridades espalharam cartazes pela floresta com a seguinte mensagem: “Um momento, por favor. A vida é um dom precioso que seus pais lhe deram. Não guarde seus problemas só para você. Procure ajuda”.
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Diferente do ocidente, no Japão o suicídio não é considerado crime e culturalmente é visto como uma atitude moralmente responsável. Isso se reflete na alta taxa de suicídio no país, a maior entre os países desenvolvidos, que hoje é considerada um grande problema nacional.
Lugares como a floresta de Aokigahara ajudam a agravar o problema, pois já ficou conhecido como um lugar para a prática do suicídio, podendo assim, estimular mentes mais suscetíveis.

Queijo de leite materno

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Daniel Angerer, do restaurante Klee Brasserie, em Nova York, virou notícia ao criar o queijo de leite materno que tem usado em suas receitas.
Após o nascimento de sua filha, Daniel passou a armazenar o leite produzido por sua esposa. A idéia de utilizar leite materno para fazer queijo, surgiu quando ele observou o excesso que estava armazenado em seu freezer.

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Sobremesa com queijo da mamãe.
Nascia então, o “Mommy’s Milk Cheese” (Queijo do Leite da Mamãe), que Daniel passou a utilizar em algumas receitas.
Ele afirma que o sabor é comum, semelhante ao leite de vaca, mas prova que o leite materno pode, definitivamente, ser utilizado na culinária.
A invenção despertou elogios e críticas e os pratos com queijo de leite materno estarão disponíveis no restaurante por tempo limitado.

Uísque de urina

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O artista e pesquisador britânico James Gilpin é portador de diabetes do tipo 1 e também criador de um projeto que transforma, em uísque, a urina rica em açúcar de idosos diabéticos.
A matéria-prima é colhida de idosos voluntários, entre eles, a própria vovó Gilpin. A urina é purificada retirando-se o açúcar para em seguida usá-lo para acelerar o processo de fermentação. Após fermentado, outros ingredientes são adicionados para dar a cor, o aroma e a viscosidade necessários, para então, ser engarrafado com o nome e a idade do doador.

O produto não foi criado para ser vendido (assim esperamos) e sim, como um trabalho artístico, que sugere que os meios de purificação de água existentes poderiam ser usados para colher recursos biológicos que são produzidos em abundância.
Segundo James, o uísque produzido é de boa qualidade, e seria apropriado para exportação. Afinal, ninguém mija na própria piscina.

A família azul

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Martin Fugate era um órfão francês que chegou ao Kentucky, Estados Unidos, por volta de 1820. Ele carregava um gene recessivo muito raro responsável pela doença hereditária que, mais tarde, seria conhecida como metahemoglobinemia, que é o excesso de hemoglobina incapaz de transportar oxigênio.
Quando a concentração de metahemoglobina é muito alta, pode levar a cianose, que causa a coloração azul da pele.

Por uma inacreditável coincidência, Martin casou-se com Elizabeth Smith, também portadora do raríssimo gene. Como resultado, quatro de seus filhos nasceram com a pele azul, condição que durou pela vida inteira.
Seis gerações mais tarde, de acordo com um estudo feito em 1982, membros da família azul ainda podiam ser encontrados vivendo nas colinas ao leste do Kentucky.

Homem 'mais sortudo do mundo' dispensa fortuna ganha na loteria

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Frano Selak quer voltar para casa humilde em vilarejo na CroáciaFrano Selak quer voltar para casa humilde em
vilarejo na Croácia (Foto: Reprodução/Telegraph)
Com 81 anos de idade, Frano Selak "enganou a morte" sete vezes antes de ganhar 600 mil libras esterlinas na loteria, cerca de R$ 1,5 milhão. Agora, ele está doando toda sua fortuna para ter uma vida mais simples, por pura opção.
O croata sobreviveu a quedas de avião, acidentes de trem e outras desgraças nas últimas décadas. Quando ganhou na loteria, há cinco anos, comprou casas de luxo e se casou cinco vezes. Mas agora tudo mudou. Ele doou todo seu dinheiro para familiares e amigos e está voltando para o vilarejo onde nasceu.
"Dinheiro não traz felicidade", argumentou ele ao jornal "Telegraph".
De toda sua fortuna, Frano Selak manteve apenas o suficiente para uma cirurgia e para a construção de um santuário para a Virgem Maria, em agradecimento a tudo que conquistou.
"Tudo o que eu preciso agora, na minha idade, é minha Katarina", disse ele, se referindo à mulher.

Homem mais azarado do mundo se ferra de novo

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Ele já sofreu mais de 30 contusões, incluindo 15 fraturas, todas bizarras
Se a vida de Mick Willary fosse adaptada para o cinema, coitado do ator que fosse escalado para o papel dele. O inglês de 58 anos é da cidade de Stanley e, neste momento, está num hospital fazendo por merecer a fama de ser o cara mais azarado que já se teve notícia.

Seus ferimentos mais recentes foram causados por uma escavadeira que perdeu o freio e amassou suas pernas contra um muro. Entretanto, o passado de Willary o condena.

Veja uma breve lista das patacoadas que já aconteceram com ele.

- Tornozelos quebrados duas vezes: uma porque caiu de uma escavadeira e outra porque – acredite – escorregou em uma batata.

- Costelas quebradas: nove anos atrás, quando a carga que ia na carroceria de seu caminhão acumulou-se de um lado só, fazendo com que ele capotasse.

- Mutilação de dedo: Willary decepou parte de um dedo ao tentar cortar uma corda.

- Facada: ele mesmo se esfaqueou no estômago tentando cortar uma vara.

- Traumatismo craniano: Willary tropeçou em um gato e rolou escada abaixo, 30 anos atrás.

- Clavícula quebrada:  o cavalo que ele montava se assustou com um saco plástico e empinou, jogando-o no chão.

- Dedos fraturados: Willary diz não ser capaz de quantas vezes fraturou os dedos martelando pregos

 A mulher dele, Evelyn, até já se acostumou com a sina de seu marido.

- Virou uma piada, infelizmente, mas viver ao lado dele é uma aventura. Se alguma coisa errada vai acontecer e alguém vai se machucar, será o Mick. Nunca vou me esquecer de quando ele pisou em uma batata, escorregou e quebrou ambos os tornozelos. Ele é uma dessas pessoas. Se os seus amigos querem descobrir se uma cerca é eletrificada ou não, eles só esperam. Uma hora, Mick vai acabar tocando nela e descobrindo. Mas nada o abala e ele nunca coloca em ninguém a culpa de sua má sorte.

Seu mais recente acidente aconteceu no ultimo dia 29 e, em sua recuperação, Willard passou por três cirurgias.

Os 10 tipos de comidas mais nojentas do mundo

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Em outras situações, comer larvas é algo natural. As pessoas vão a restaurantes, pagando, para comer essas criaturas. Hummm… Dilíça!





Na China, restaurantes que preparam vermes fazem sucesso. A julgar pelo sorriso da moça, isso deve ser bom. fonte

Na Asutrália, as larvas do tronco são grossas, da espessura de um polegar, e são famosas por soltar muito “suco” ao estourarem na sua boca. Elas podem morder sua língua se você não mastigar rapido a cabeça delas. Aprecie com moderação.



2- O OVO SECULAR ou Ovo de mil anos e o balut



Se você pensar que o ovo é um aborto de galinha, a coisa fica nojenta. Mas espere, nada é tão nojento que não possa ficar bem pior. Pois imagine só pegar um ovo de ganso, pato ou galinha, fertilizado, esperar o embrião começar a se desenvolver e então enterrar aquele troço na terra, até que ele apodreça, e só tirar a coisa nauseabunda dali após cerca de dois a seis meses, e em seguida comer. A coisa que vai resultar é uma iguaria fina, disputada com frervor pelos coreanos, chineses e consumido até no Japão. Ao abrir a casca, você se inebriará com o perfume do peido de Lúcifer. Será amônia pura, que se espalhará por sua casa. E então você vai sorver aquela coisa escura, cremosa, com consistência de catarro. PAra comer esta coisa maravilhosa você nem precisa atravessar o Atlântico. Dá pra encontrar Ovos de Cem Anos em algumas lojas no bairro da Liberdade, em São Paulo. Boa sorte aí.

Mas espere, não acabamos ainda. Tem também uma iguaria muito famosa no Vietnã e Filipinas, chamado Balut. Pelo nome de ORK já dá pra imaginar que Balut é algo vomitável. Mas espere até eu te contar que Balut é um embrião já completo, morto, meio cozido e comido semi-cru. Os caras lá acham isso delicioso, e comem o balut a todo momento. Entao eu imagino que deve ser bom.



3- Queijo podre e com inquilinos

Poucas coisas no mundo são tão chulezentas quanto certos tipos de queijo. Eu por muitos anos quase vomitava só de sentir cheiro de queijo (resultado de uma experiência alimentícia mal sucedida com toradas mofadas, banana preta e queijo ralado com data de validade vencida desde a eleição do Tancredo Neves, misturado e gratinado no microondas) Mas o cheiro já não é um problema para muitas pessoas. Principalmente se elas estiverem habituadas a comer esta delícia abaixo:



Trata-se do Queijo Pecorino italiano, também chamado apropriadamente de “Queijo Podre”, ou “Cazu Marzu”. Este queijo italiano é cuidadosamente colocado em ambientes que lhe propiciam um avançado estado de envelhecimento. Sabe-se que o queijo está “no ponto” quando as larvas começam a sair dele. Sim, eu disse LARVAS. O queijo fica fermentando e meio que dá uma derretida por dentro. Não demora para o fedor atrair insetos, que colocam os ovos naquela coisa, e dali a dias o queijo está repleto de minhoquinhas sabor queijo, que vão se remexendo na sua boca a cada mordida.

Segundo nosso leitor Gutenberg, o Cazu Marzu não é comido com as larvas. Eles colocam o queijo num pacote, e a falta de oxigênio faz com que as larvas abandonem o queijo. Só então ele é comido.

Em tese, eu acho que isso muda pouca coisa, já que é um queijo que estará cheio de restos de excremento de larvas.Segundo o Guteberg, o Cazu Marzu está proibido na Itália. Eu dei uma pesquisada em foruns de gastronomia e parece que algumas familias ainda o fabricam, talvez apenas para manter a tradição e para consumo próprio.

Você deve estar imaginando que o sabor deste queijo é horrível, nojento e tudo mais, certo? Pois quem experimentou disse que é exatamente isso. O que deixa tudo ainda mais estranho, uma vez que se fosse bom já seria bizarro, mas sendo ruim, fica absolutamente GUMP!

Outro queijo de embrulhar o estômago é o queijo Mimolete. Este queijo é diferente da maioria por ser fabricado contando com os ácaros, que morarão no queijo que você irá comer e o abastecerão de cocô, o que mudará o sabor do queijo. àcaros são microscópicos aracnídeos que causam alergias. Pode soar estranho imaginar comer um queijo com milhões de aracnídeos andando nele. Veja:





4-Churrasquinho da Mongólia

Ok. Pára tudo. Leia novamente o que eu escrevi “churrasquinho da Mongólia”. Você pode imaginar que tipo de comida demoníaca é esta só pelo nome? Lembre-se que a Mongólia é o berço de bravos guerreiros, que dominaram as estepes. São pessoas que acordam de manhã e bebem gordura de cavalo derretida. Então, meu caro leitor. Estamos lidando com profissionais da “gastronomia Dumbo”.

Vamos ver as fotos e depois eu explico. Dê uma boa olhada:



Hehehe. Cruzes, meu. Isso aí é o seguinte. Pegue uma marmota ou cabra- geralmente eles preferem usar cabras, pois as marmotas contém pulgas que costumam transmitir a peste bubônica – Abra o seu orifício anal usando uma faca grande, e em seguida vire o bixo pelo avêsso, mantendo os pêlos, sujeira e tudo mais para o lado de dentro. Depois pegue a mutueira de tripas, órgãos e sangue que escorreu na etapa anterior e jogue tempero a gosto. Depois soque tudo dentro da cabra. Em seguida, quebre as pernas dela, arranque a cabeça e costure. O passo seguinte é pegar pedras, isso mesmo, PEDRAS, do chão, sem lavar nem, nada e colocar dentro da cabra, que a esta altura é apenas um saco de carne cheio de coisas nojentas dentro. Aí então leve ao fogo de uma fogueira e delicie-se, tentando evitar o vômito. As pedras aquecem e assam a cabra de dentro para fora. Não contém Glúten!

5- Cabeça de salmão podre



Comer cabeças de animais é algo primitivo. MAs o que dizer de cabeças de peixe fermentada, ou como eles chamam “cabeças fedorentas”?

Este prato é apreciado por nativos do Alasca. Eles pegam o salmão e enterram suas cabeças no chão ou em barris de plástico ou madeira com água (que não é trocada) e até sacos plásticos, onde as cabeças são colocadas em decomposição. Cerca de uma semana depois a pele das cabeças está tão podre que se desprende com facilidade das carcaças e esta carne é comida com apetite voraz, acompanhada de uma pasta feita com ervas. Devido aos casos de botulismo e doenças associadas ao ato de comer cabeça de peixe podre, as autoriadades sanitárias do Alasca fazem campanha para evitar o hábito, mas como é um prato culturalmente arraigado, tal como a nossa feijoada, ninguém dá a mínima e preferem correr o risco de morrer do que parar de comer cabeça de peixe podre.

6-Ânus de javali




Nossa. Imagine só isso: Pegue um javali africano, mate, em seguida corte seu ânus e arranque seu intesino para fora. Em seguida enfie a mão para dentro do reto do animal e retire todo o excremento que puder. Jopgue o excremento fora, mas NÃO LAVE o intestino. Em seguida joge o intestino com o ânus do Javali morto numa fogueira e não se preocupe com a sujeira ou fuligem que irá grudar na sua comida. Minutos depois, quando o intestino estiver al dente, retire o do fogo, corte em tirinhas e sirva-se. Este prato é famoso entre os habitantes da Namíbia. Os restos de fezes de javali dão o toque mágico de sabor neste prato.

7-Kopi Luwak – café de cocô de gato



Neste estranho tipo de bebida, um gato selvagem algália come grãos de café. Quando os grãos saem no cocô do gato, eles são recolhidos, enviados para torreifação e em seguida usados para fazer um café, curiosamente, o café mais caro do mundo. Os especialistas na bebida o julgam delicioso e inesquecível. Bom, se eu bebesse café de cocô de gato pagando uma fortuna, também acharia uma experiência inesquecível.

Eles acreditam que as enzimas no processo digestivo do gato afetam o sabor dos grãos, e isso torna o sabor do café diferente. fonte

8-Três “squeeks”



O nome deste prato é praticamente uma piadinha. Basicamente trata-se de um prato bastante consumido nas províncias do interior na China. Sobretudo no Cantão.

O prato resume-se a filhote de rato vivo e cru. Tipo esses aí da foto. O nome de “três squeeks” se baseia no barulho que a comida faz. O primeiro “squeek” acontece quando você pega o ratinho recém nascido e ainda sem pelos e de olhos fechados com palitinhos. Ele toma um susto e dá um guincho. Em seguida, você escuta o segundo squeek quando molha o bicho no molho shoyu. Ele leva um susto com a mudança de temperatura e guincha. E o último Squeek você escuta dentro da sua cabeça, quando morde ele e em seguida engole. Há quem prefira egolir inteiro, para sentir o “prazer” de perceber o bicho agonizando no suco gástrico do seu estômago. Mas lá de dentro, não dá pra ouvir nenhum squeek.

Os ratinhos são apreciados porque sua carne é macia e seus ossos ainda são moles o suficiente para serem comidos com facilidade.


9-Vitamina de sapo venenoso





Diretamente do Peru, na América do sul vem um alimento bastante rico em energia, que segundo a crença local funciona melhor que viagra. Sapo batido no liquidificador.

A receita é:

Pegue algumas rãs Telmatobius (com cuidado pois algumas são venenosas), tire a pele e corte-as, em seguida, jogue-as em um liquidificador com alguns outros ingredientes:
três conchas de caldo de feijão branco quente
duas colheres generosas de mel
Uma amostra de Aloe Vera
Várias colheres de maca peruana

A mistura de tudo isso no liquidificador produz um caldo grosso, com cor de café com leite e sabor de sapo e raízes. Faz cerca de 200ml de vitamina.



Certas rãs do gênero Telmatobius estão ameaçadas de extinção.

10-Cérebro de macaco



Existem milhares de comidas nojentas de todos os tipos e origens, mas certamente que o Cérebro de macaco é uma das mais horrendas formas de se alimentar. Primeiro porque não há como negar que macacos são muito parecidos com humanos, pertencendo a uma certa linhagem comum. Então há um certo quê de comer o semelhante, um tabu multicultural.

Há também o aspecto da maldade em si, pois o cérebro do macaco deve ser comido antes que o animal morra. O processo de produção desse “alimento” é tão grotesco quanto as torturas medievais:

A cabeça do macaco é apoiada pelo seu pescoço em um suporte, dois pedaços de madeira com uma abertura semicircular de cada lado travam a cabeça na posição, mantendo o corpo numa espécie de caixa, que o impede de se debater. De forma que quando você coloca as madeiras apenas a cabeça do macaco fica para fora. Os pêlos ao redor da cabeça são então raspados com uma lâmina de barbear. Um pequeno formão e um martelo são usados para cortar rapidamente um círculo ao redor da coroa, ea parte superior da caixa craniana é então removida. Isso é feito bem na sua frente, e em seguida te dão uma colher de chá com o qual você começa a cavucar o miolo do animal ainda vivo. Você corta os pedaços do miolo quente do macaco e come como se fosse um musse ou pudim.

Obviamente há riscos envolvidos no processo de comer um miolo de símio cru. Você pode pegar doenças como as encefalopatias espongiformes transmissíveis, do tipo Creutzfeldt-Jakob. O cérebro de macaco é comido no extremo oriente, sendo apreciado na China e em partes da Índia. Em alguns lugares o cérebro já vem separado do corpo do animal, servido em taças ou em pratos cobertos, para acentuar o aspecto dramático da iguaria. Quase sempre ele é comido cru, mas existem variações cozidas.





Leia mais: http://www.mundogump.com.br/top-10-das-comidas-mais-nojentas-do-mundo/#ixzz13c2rvgss
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Barata Gigante nos Esgotos de São Paulo

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Versão brasileira da história que corre em Nova Iorque, segundo a qual um garoto dá descarga em um filhote de crocodilo e o mesmo cresce nos esgotos, transformando-se em uma mutação semelhante ao Pinguim do Batman de Michael keaton (aquele fiasco do final dos anos 80).
Barata from Hell
A barata gigante não é barata e não foi encontrada em esgoto algum. É um animal que vive no oceano, em aguas profundas, chamado bathynomus.

Dia dos Mortos

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No México, o Dia dos Mortos é uma celebração que honra os defuntos. Começa no dia 1 de Novembro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. A UNESCO declarou-a como Património da Humanidade.
As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto.
O Dia dos Mortos era comemorado no 9º mês do calendário solar asteca, por volta do início de Agosto e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a "Dama da Morte" e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.
É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar os seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces e os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

A celebração no mundo pré-hispânico

Para os antigos mexicanos, os caminhos destinados às almas dos mortos eram definidos pelo tipo de morte que tiveram e não pelo seu comportamento em vida.

As direcções que os mortos poderiam tomar são:

  • O Tlalocan, o paraíso de Tláloc, Deus da chuva. Para este lugar iam aqueles que morriam em situações relacionadas com água: os afogados, os que morriam atingidos por raios, os que morriam por doenças como a gota ou hidropsia, sarna ou postula, bem como as crianças sacrificadas ao Deus. O Tlalocan era um lugar de descanso e abundância. Embora os mortos fossem geralmente cremados, os predestinados ao Tlalocan eram enterrados, como as sementes, para germinar;

  • O Omeyocan, paraíso do sol, governado por Huitzilopochtli, o Deus da guerra. Para este lugar iam apenas os mortos em combate, os escravos que eram sacrificados e as mulheres que morriam no parto. Estas eram enterradas no pátio do palácio, para que pudessem acompanhar o sol desde o nascente até o poente. A sua morte provocava tristeza e alegria, já que, graças à sua coragem, o sol as levava como companheiras. O Os mortos que iam para o Omeyocan, depois de quatro anos, voltavam ao mundo, encarnados em aves de penas coloridas e bonitas;

  • O Mictlan, destinado a quem morria de morte natural. Este lugar era habitado por Mictlantecuhtli e Mictecacíhuatl, senhor e senhora da morte. Era um lugar muito escuro, sem janelas, de onde era impossível sair.O caminho para o Mictlan era tortuoso e difícil, pois para lá chegar, as almas deviam caminhar por diferentes lugares durante quatro anos. Ao longo deste tempo, as almas chegavam ao Chignahuamictlán, onde descansavam ou desapareciam. Para percorrer este caminho, o defunto era enterrado com um cão, o qual o ajudaria a cruzar um rio e chegar perante Mictlantecuhtli, a quem deveria entregar, como oferenda, trouxas de gravetos e jarras de perfume, algodão, fios coloridos e cobertores. Aqueles que lá chegavam recebiam quatro flechas e quatro trouxas de fios de algodão.As crianças mortas tinham um lugar especial, chamado Chichihuacuauhco, onde se encontrava uma árvore da qual os ramos pingavam leite para as alimentar. As crianças que chegavam lá voltariam à Terra quando a sua raça fosse destruída. Desta forma, da morte nasceria a vida.
Os enterros pré-hispânicos eram acompanhados de oferendas de dois tipos: os que o morto havia utilizado em vida e os que poderiam precisar na sua viagem ao submundo. Assim, a elaboração de objectos funerários era muito diversificada: instrumentos musicais de barro, como ocarinas, flautas, tímpanos e chocalhos em forma de caveiras; esculturas que representavam os deuses mortuários, crânios de diversos materiais (pedra, jade, cristal)), braseiros, incensários e urnas.



Transformação do ritual

Um dos estados mexicanos que mais representam este sucesso é Michoacán.
Nas festividades, encontra-se aspectos oriundos tanto dos antigos habitantes centro-americanos, como também características modernas, adquiridas do contacto com a cultura dos colonizadores.

Caveirinhas

Chamam-se assim tanto as rimas ou versos satíricos como as gravuras que ilustram caveiras disfarçadas, descritas a seguir:

  • Rimas, também chamadas "caveiras", são na realidade epitáfios humorísticos de pessoas ainda vivas que constam de versos onde a morte personificada brinca com personagem da vida real, fazendo alusão a alguma característica peculiar da pessoa em questão. Terminar com frases onde se expõe o que o levarão à sepultura. É muito comum dedicar as "caveirinhas" a pessoas públicas, em especial a políticos que estejam no poder. Em muitos casos, a rima fala do aludido como se estivesse morto;

  • Gravuras (litografias), eram caricaturas em diferentes publicações no princípio do século XX no México, que eram usadas nestas datas pela sua alusão à morte festiva, tal qual La Catrina.
Símbolos
Caveiras de doce. Têm escritos os nomes dos defuntos (ou em alguns casos de pessoas vivas, em forma de brincadeira que não ofende em particular o aludido) na frente. São consumidas por parentes e amigos;




Pan de muerto (pão de morto). Prato especial do Dia dos Mortos. É um pão doce enfeitado com diferentes figuras, desde simples formas redondas até crânios, adornados com figuras do mesmo pão em forma de osso polvilhado com açúcar;



Flores. Durante o período de 1 a 2 de Novembro, as famílias limpam e decoram as sepulturas com coloridas coroas de rosas, girassóis, entre outras, mas principalmente de margaridas, as quais acredita-se atrair e guiar as almas dos mortos. Quase todos os sepulcros são visitados;

A oferenda e as visitas. Acredita-se que as almas das crianças regressam de visita no dia 1 de Novembro e as almas dos adultos no dia 2. No caso de não poder visitar a sepultura, seja porque já não existe ou a família esteja muito longe para visitá-la, também são feitos altares nas casas, onde se põem as ofertas que podem ser pratos de comida, o pan de muerto, jarras de água, mezcal, tequila, pulque ou atole, cigarros e inclusive brinquedos para as almas das crianças. Tudo isto se coloca junto dos retratos dos defuntos rodeados de velas.

Altar dos Mortos



Os materiais usados para fazer um altar para o Dia dos Mortos têm um significado, e são os seguintes:

  • Retrato da pessoa lembrada: o retrato do defunto relembra a alma que visitará na noite de 2 de Novembro;

  • Pintura ou figura das Almas do Purgatório: A imagem das almas do purgatório serve para pedir a saída do purgatório pela alma do defunto no caso de ele lá se encontrar;

  • Doce círio: Ainda que sejam poucos, têm que ser em pares e preferivelmente de cor roxa, com coroas e flores de cera. Os círios, ainda mais roxos, são sinal de luto. Os quatro círios em cruz representam os quatro pontos cardiais de maneira a que a alma pode orientar-se e encontrar o seu caminho.

Sopa de feto

| terça-feira, 26 de outubro de 2010 | 1 comentários |
Eu já tinha ouvido falar, mas não acreditei. Dessa vez recebi no e-mail e pesquisei um pouco e o pior que é verdade. Um jornalista conversou com um sujeito de 62 anos (ao lado de uma garota de 19), me parece que um pequeno empresário taiwanês, que afirma tomar regularmente a sopa, fácil de fazer, segundo ele, porque o aborto é um procedimento usual na China. Algumas mulheres chegam a vender o feto, que deve ter até seis meses. A sopa é feita com ervas da medicina tradicional chinesa que, acredita-se, aumentam a potência sexual, tipo bajitian, dangshen, o conhecido chinese wolfberry, entre outras mais populares, como gengibre. E leva outras carnes também, como galinha e porco.
Em Foshan, ele foi até o restaurante (de fachada tipo cozinha regional), cujo dono, o senhor Li, disse que não tinha costela (a senha para quem quer a tal da sopa) naquele momento. Depois, aos sussurros, avisou que conhecia uma casal de migrantes cuja mulher estava no oitavo mês de gravidez. Como o casal já tinha duas filhas, eles planejavam vender o feto para um laboratório ou para o restaurante, de modo que pudessem pagar pelo aborto e evitar a multa imposta pelo governo chinês para quem burla a política do filho único. A sopa, disse o tal senhor Li, custa 3.500 yuans (US$ 515).
O jornalista passou a semana entrevistando moradores do local e, ainda que poucos tivessem sequer visto a tal da sopa, praticamente todos sabiam que ela existia e algumas pessoas a tomavam. Quando o jornalista estava para deixar a cidade, o tal microempresário falou com ele que uma "mercadoria nova" havia chegado e vários conhecidos estavam prontos para experimentá-la. Na mesa, ele descobriu estarrecido que os fetos custam entre 300 yuans e 500 yuans.
No post, o jornalista disse que visitou a cozinha e, com base no que viu, pode atestar que as imagens divulgadas na internet (de outro momento de preparo da sopa) são verdadeiras. O post provocou uma enxurrada de comentários indignados de chineses horrorizados com a tal sopa de feto macabra. Os que acreditam na história culpam a política do filho único e a forte superstição do povo chinês pela lamentável prática.