Algo puxava meus pés a noite

| domingo, 31 de outubro de 2010 | 0 comentários |
Na minha infância  eu sempre morria de medo do escuro,e quando eu assistia algum filme de terror por mais bobo que fosse eu ficava noites sem dormir,minha mãe não gostava nada disso pois depois eu sempre dormia com a luz acena.
Agora focando  no  meu relato vou dizer o que sempre acontecia quando eu estava dormindo,la estava eu com meus pés encolhidos,detalhe, estava aquele calor infernal e eu sempre com a cabeça coberta,ai do nada sentia algo querendo puxar meus pés e sempre quando isso acontecia eu gritava a minha  mãe que sempre acordava brava dizendo que eu estava impressionado com algum filme de terror,e eu não estava, o pior que acontecia sempre de madrugada,hoje em dia não acontece mais isso,ainda bem.

Algo alisou meu rosto a noite

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Na minha infância sempre fui medroso,e ate hoje sou,mas o meu medo não era atoa,tinha sempre uma razão.Em uma certa noite da qual não consigo me recordar da data,mas que marcou muita a minha vida até hoje,eu estava dormindo tranquilamente,quando no meio da noite eu acordo com uma sensação estranha,era como se uma mão invisível estive-se fazendo carinho no meu rosto,na hora entrei em choque,não conseguia me mover,fiquei com muito medo,minha voz não saia,aquilo durou uns 10 minutos,mas que para mim parecia uma eternidade,eu podia sentir o gota de suor percorrer a minha face,não sei como eu consegui,mas der repente virei o rosto e  cobri a minha cabeça,depois disso nunca mais consegui dormir com a cabeça pra fora da coberta.

A Desgraça apareceu para as minhas tias

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Quem me contou esse relato foi a minha avó,isso aconteceu na adolescencia dela e ja faz um tempão.vamos la...
A minha  avó tem duas irmãs,a minha tia sheila e a minha tia Cida que ja faleceu,essas minhas tias  em um certo dia  elas passaram da conta,ficaram o dia todo chingando,elas citaram o nome "Desgraça pelada um monte de vezes esse dia,mas ate ai tudo bem, a coisa mesmo pegou fogo foi durante a noite quando elas foram dormir,pois no meio da noite as duas acordam ambas juntas com uma voz estrondosa chamando-as,e quando elas olharam pra direção da voz se arrependeram de tudo que haviam falado durante o dia pois viram uma coisa tão feia e tão bizarra que  na hora começaram a gritar e chamar a mãe delas(minha bisavó),quando minha bisavó chega ao quarto logo pergunta o que tinha acontecido,elas ainda em choque falaram o que viram,e a minha bisavó disse:é eu avisei vocês e que isso sirva de liçao.

A Sétima Vítima

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Há algo de estranho nesta casa... Algo escuro e muito antigo que permanece imóvel, oculto e silencioso. Algo que apenas espera, recolhido nas sombras por muitos e muitos anos enquanto planeja. Vive nas trevas, a tem como seu meio. Somente nas trevas ela pode afirmar o seu poder e se movimentar. Nas trevas, ela tem até o seu próprio nome. Essa coisa habita as trevas desde que alguém tentou invocá-la, há mais de quarenta anos. Porque esta casa tem um segredo, um passado abominável, um ato tão maldoso que é inimaginável... Sete crianças, pessoas sem rostos, um círculo que deve estar completo. E sangue, muito sangue... E uma nova família acaba de se mudar para esta casa. Um garotinho. Um pai de temperamento instável, capaz de perder a cabeça a qualquer momento. Um alvo perfeito. No lugar certo e na hora certa. Talvez porque nada aconteça por acaso, tudo foi calculado desde o início, um plano diabólico, com precisão total e milimétrica, como uma bomba-relógio. A doença do pai, a casa, os círculos, as crianças... A tacada de mestre final lançada das trevas. Agora, só resta o movimento das peças. E a espera.

O Caboclo D'água

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O Caboclo d’Água é um gigante que mora no lugar
mais fundo do rio São Francisco, em uma gruta toda feita de ouro. Ele persegue os barqueiros sem dó nem piedade, vira as embarcações e também afugenta os peixes só para maltratar os pescadores.
Matá-lo nem pensar ! Tem o couro tão duro, mas tão duro quem nem atirar nele adianta: as balas não o penetram.
Os pescadores, para afugentá-lo, costumam pintar uma estrela debaixo de seus barcos.
O pescadores quando sentem que estão sendo perseguidos pelo Caboclo d’Água, oferecem um pedaço de fumo ao monstro, o que aparentemente o acalma. Mas não por muito tempo.
Algumas pessoas já tentaram chegar à gruta que é sua morada por causa do ouro, mas todas foram encontradas mortas algum tempo depois.É uma espécie de maldição lançada pelo caboclo, quem sai da gruta não pode ficar vivo para contar o que viu.
É por isso que no rio São Francisco, os barcos costumam apresentar figuras estranhas e assustadoras esculpidas nas proas. São chamadas de "carrancas" que servem para afugentar os seres que habitam o rio, tais como: o Caboclo-d’Água, a Mãe-d’Água e o Minhocão.

Famosos que fizeram pacto com o diabo

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O primeiro estilo musical a sofrer acusação de envolvimento com ligações demoníacas foi o blues.
Muitas histórias sobre músicos ou bandas que teriam vendido suas almas ao diabo, bem ao estilo de Goethe.
Uma famosa lenda envolve Robert Johnson falecido em 1938 guitarrista e cantor americano do R&B. O caso que virou lenda diz que o cantor, depois de haver tentado varias vezes e sem sucesso uma carreira como músico, resolveu trocar sua alma pela fama. O misterio da história é que em menos de um 1 ele já era chamado de rei do Blues vendendo mais de um milhão de cópias.

trecho da musica Me and the devil blues

Hoje de manhã cedo
quando você bateu na minha porta
E eu disse "Olá, Satan, acho que é hora de ir"
Eu e o demônio andávamos lado a lado
Eu vou bater em minha mulher até ficar satisfeito
Ela diz que não sabe porque aquilo
Vou tratar ela como um cachorro
Deve ser aquele velho demônio
tão enterrado no chão
Você pode enterrar meu cadáver
na beira da estrada
Então meu velho demônio pode
pegar um ônibus e dirigir




Formada em 1973, na Austrália a banda AC/DC é mais uma lenda de alma vendida ao demonio. Há malucos que dizem que o nome da banda significa
Anti Crist/ Death Christ.
Na capa de “Highway to Hell” de 1979, Angus Young está com chifres de demônio.




Marilyn Manson
Pouco antes da morte de Lavey fundador de uma igreja satanica e escritor de livros sobre magia e oultismo inclusive a "Bíblia Satânica" nomeou Marilyn como sacerdote satanista, tanto que é chamado também de "Reverendo"
Manson nega o pacto e não se intitula satanista apenas considera os mandamentos satanicos válidos.
O satanismo de Lavey é a versão moderna que recusa a exitencia de entidades espirituais ressaltando apenas a verdadeira natureza humana que na minha opinião é mais certa do que a pregada por religiões que cultuam Deus




Alice Cooper
Vincent Furnier seu verdadeiro nome segundo ele próprio foi sugerido em uma sessão coma "a tabua de ouija" quase a mesma brincadeira do compasso ou jogo do copo
O espirito da Tábua teria lhe indicado seu nome artistico.
O visual do ROCKSTAR e sua maquiagem viriam sua marca registrada.



Black Sabbath: Um dos primeiros grupos de ‘heavy metal’ da história e o primeiro a adotar publicamente temática e visual satânicos. Foi formado em 1968, varias letras da banda retratam o ocultismo.



Deicide
Banda americana que foi formada em 1987 tem como referencia o nome de :"dei" que significa "Deus", e "cide" significando "Aquele que mata". Assim "deicide" significa "Aquele Que Mata Deus".
As pertubantes letras e sua oposição a religiões causam muitos boatos divulgados distorcidamente na mídia.


Na minha opinião o que vale é o que te fará feliz, o verdadeiro lugar para onde nossa alma suspostamente irá é incerto, e ninguem aqui na Terra é tão mediocre de apenas estar pensando em uma tranquila vida após a morte, se fosse assim os religiosos de plantão apenas estariam esperando o momento pra encontrar deus e desistindo de todos os caprichos que a vida na Terra pode oferecer.
Então porque raios existem tantas igrejas lotadas com pessoas desesperadas por ajuda e ao mesmo tempo fazendo orações que prometem milagres?

Por natureza o ser humano quer dinheiro, sucesso, um momento maluco que um dia seja tua historia como exemplo ou incentivo a alguem.
Mas tudo que o ser humano precisa pra viver e lutar até o ultimo suspiro pra conseguir as igrejas condenam! Porem AINDA alegam "deus quer sua felicidade"
se abdicar-se de todo o conforto e bem estar
fosse algo é algo feliz então deus esta sendo bem sarcastico
assistindo varias pessoas implorando por uma ajudinha dele!
ele dizendo nãooooooo sofra mais um pouquinho aí eu te ajudo!

Um deus assim não poderia ganhar o titulo de o bonzinho!

Bem ou mal...
verdade ou não...
O pessoal famoso aí de cima chegou aonde sonhava!
E muitos que condenam a susposta historia deles lá no intimo guardam a admiração
por eles.

Clara Germana Cele

| sexta-feira, 29 de outubro de 2010 | 0 comentários |
Fez um pacto com Satã em 1906. A jovem sul-africana contou sobre o acordo a um padre durante uma confissão. Quando estava “possuída” ela falava línguas que não conhecia e gritava de uma forma que assustava todos os que presenciaram. Sua voz não parecia de nenhuma pessoa ou animal conhecido. Pessoas que estavam presentes afirmaram ter visto a moça levitar vertical e horizontalmente.

O ritual de exorcismo realizado por dois padres não foi nada tranquilo. Ela estava muito violenta, tanto que tomou a Bíblia da mão de um deles e tentou fazê-lo engolir o livro. O ritual foi considerado um sucesso e o demônio foi supostamente expulso do corpo de Clara.

Você acredita em possessões demoníacas e na efetividade dos rituais de exorcismo?

Michael Taylor

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Era um membro respeitável de uma irmandade cristã. Seu comportamento começou a mudar até um dia ele agredir verbalmente a líder do grupo. Michael admitiu que havia sentido o mal dentro dele. Seu comportamento foi piorando cada vez mais até que um dia os vigários locais tentaram curá-lo através de métodos cristãos de exorcismo. Depois de horas tentando ajudá-lo sem sucesso eles desistiram e mandaram Michael para casa. Ao chegar a sua residência ele matou sua esposa e seu cachorro. Quando foi encontrado ele estava completamente nú e coberto de sangue.

Robbie Mannheim

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Começou a ter problemas quando ainda era um garoto e foi passar uma noite na casa de sua avó. Ele ouviu sons estranhos e uma gravura de Jesus pregada na parede começou a tremer. Onze dias depois sua tia, a quem ele era muito apegado, morreu deixando o garoto desolado.

Em seu desespero ele tentou contatar sua tia no mundo dos mortos, o que lhe causou vários problemas e deu início ao pretenso caso de possessão. Inicialmente ele foi examinado por médicos e psiquiatras, mas nenhum resultado concreto foi obtido.  Foi então que sua família procurou o reverendo Luther Miles Schluze, que passou uma noite com Robbie para examinar seu caso.

Durante aquela noite o reverendo percebeu que vários objetos se moveram pelo quarto enquanto Robbie dormia. Ele foi levado ao reverendo William S. Bowdernm, que passou dois meses tratando o garoto em uma terapia que incluiu 30 rituais de exorcismo, o que o devolveu à normalidade. O caso de Robbie ficou muito famoso e inspirou o romance O Exorcista, de William Peter Blatty, que foi adaptado para o cinema e se tornou um clássico do terror.

George Lutkins

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Era um costureiro inglês que ficou conhecido por ter sido possuído por demônios. Tudo começou quando seu vizinho pediu ao pastor local para ajudar George, pois ele cantava músicas estranhas durante a noite e às vezes utilizando vozes que não soavam como a sua. 
O próprio costureiro confirmou que estava possuído por sete demônios e que precisaria de sete exorcismos para ser curado. Vários exorcistas tentaram ajudá-lo, mas somente após um ritual em 1778 aparentemente George estava livre de seu tormento, passando a viver uma vida tranquila.

Anneliese Michel: Um Caso de Possessão Demoníaca

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Os padres Ernest Alt e Arnold Renz tinham uma dolorosa e necessária missão a cumprir. Talvez a simples fé no Cristo não fosse suficiente para levar a cabo a empreitada. Os padres sabiam muito bem que teriam de ser fortes. E extremamente corajosos. Doravante, era o inimigo do Altíssimo que teriam de enfrentar e combater.

Anneliese Michel tinha visões assustadoras de faces demoníacas enquanto, ajoelhada, dedicava uma prece ao Senhor. Vozes invadiam os seus ouvidos com promessas terríveis: a jovem, distante de qualquer possibilidade de Salvação em Crsisto, queimaria eternamente no Inferno. Crises de depressões sucediam-se, já que Anneliese, embora profundamente católica, via crescer em si uma insuportável intolerância a locais e objetos sagrados.

O que era uma simples conjectura tornou-se, para os pais daquela jovem de apenas vinte e três anos, uma convicção inabalável: a filha estava possuída por forças sobrenaturais malignas.


Foto de Anneliese Michel antes da possessão

Anneliese nascera em 1952, na Baviera, recanto alemão de arraigada tradição católica. Por volta dos dezesseis anos, desencadeou-se em Anneliese uma torrente de sintomas que, ao menos na aparência, sugeriam problemas mentais. A Clínica Psiquiátrica de Würzburg chegou a um diagnóstico: Anneliese padecia de epilepsia associada à esquizofrenia. Inciou-se um tratamento intensivo, que durou um ano. Supostamente recuperada, Anneliese completou o segundo grau. Posteriormente, ingressou na Universidade de Würzburg, iniciando o curso de Pedagogia.

Mas os estudos foram interrompidos. As vozes e visões demoníacas se tornaram cada vez mais constantes e opressoras. Anneliese assumira um comportamento agressivo. Consta que a moça “insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com freqüência” (1).


Anneliese, subjulgada pelas forças malígnas

Frustrado o tratamento psiquiátrico, os pais de Anneliese buscaram o auxílio da Igreja. O padre Ernest Alt acompanhou o caso. Em 1974, ele chegou à conclusão de que havia indícios veementes de possessão demoníaca, o que requereria a realização de exorcismo. Mas somente em setembro do ano seguinte o bispo de Wüzburg autorizou o ritual, conforme os procedimentos previstos no Rituale Romano.

Ao longo de 67 seções, que se prolongaram por longos nove meses, realizadas uma ou duas vezes por semana, os padres Ernest e Arnold pelejaram contra entidades que assumiam a identidade de Lúcifer, Caim, Judas, Nero, Adolf Hitler e Fleischmann, um bruxo do século XVI. Durante as sessões, Anneliese, muitas vezes, “tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada” (2). Argumenta-se que ela “lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão” (3).

Anneliese teria relatado um sonho místico no qual dialogara com a Virgem Maria. A mãe de Jesus teria proposto, à jovem, a seguinte escolha: liberar-se, em proveito próprio, do terrível jugo demoníaco, ou continuar imersa no dolososo martírio, mas em nome da fé cristã. A segunda alternativa seduziu a jovem estudante: ela seria um público exemplo de que os demônios existem e de que exercem os seus nefandos poderes no plano terrestre. Argumenta-se que “Anneliese optou pelo martírio voluntário, alegando que seu exemplo enquanto possessa serviria de aviso a toda a humanidade de que o demônio existe e que nos ronda a todos, e que trabalhar pela própria salvação deve ser uma meta sempre presente. Ela afirmava que muitas pessoas diziam que Deus está morto, que haviam perdido a fé, então ela, com seu exemplo, lhes mostraria que o demônio age, e independe da fé das pessoas para isso. (4)”

Anneliese predissera quando se daria a sua libertação: 1 de julho de 1976. Consta que, à meia-noite, os demônios finamente abandonaram o corpo da estudante, deixando-a em paz e livre das convulsões impingidas durante tantos anos. Exausta, Anneliese adormeceu. E teve, em seqüência, uma morte tranqüila. Era o fim de um insuportável suplício. “A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos. (5)”

Segundo Elbson do Carmo, após a morte de Anneliese, “seus pais foram indiciados por homicídio culposo e omissão de socorro, e os dois padres exorcistas Ernst Alt e Arnold Renz sofreram as mesmas acusações. Os dois padres foram condenados a seis meses de prisão.” (6) Registra o mesmo autor que esse fato “chocou a opinião pública alemã, gerando uma enorme polêmica em toda a Europa, que incluiu a Igreja, os meios acadêmicos e a justiça em torno da mesma discussão” (7). A história de Anneliese deu origem a dois filmes, “Requien” – produção alemã – e “O Exorcismo de Emily Rose” – produção norte-americana dirigida por Scott Derrickson.

Anneliese Michel é, certamente, um dos mais bem documentados casos de distúrbios de comportamento ao qual se atribui a ação opressora e letal de forças malignas incidente sobre a frágil psique humana. E, a considerar o incontestável rigor que antecede a qualquer autorização da Igreja Católica para a prática do Rituale Romano, não se pode pôr em dúvida a materialidade do excêntrico e destrutivo calvário, ou as implicações místicas que acompanharam o longo sofrimento da estudante de Wüzburg. Mas se, de fato, possessão houve, isto compõe uma insondável silhueta que, por se situar no campo metafísico, escapa a qualquer possibilidade de juízo conclusivo.

Zombie Walk Uberaba 2010

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A Zombie Walk de Uberaba ocorre nesse sabado(30/09) as 17 horas,o ponto de encontro será no Mercado Municipal(Mercadão), o percurso vai ser esse:

Rota da Walk:
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1º Seguir na Av. Leopoldino de Oliveira até o Habib's
2º Virar na Av. Santos Dumont e seguir somente até a primeira esquina
3º Virar para a Rua Manoel Borges e seguir até a Praça Rui Barbosa
4º Passar pela extensão da Praça Rui Barbosa
5º Subir pela Rua tristão de Castro até o Shopping Manhattan
6º Passar por dentro do Shopping Manhattan e sair na Rua São Benedito
7º Subir pela Rua São Benedito até a praça Jorge Frange
8º Atravessar a praça Jorge Frange (sábado é dia de FeirArte, estará cheia de gente o/)
9º Virar para a Rua Veríssimo e seguir até a primeira esquina
10º Virar para a Rua Rodolfo Machado Borges/Donato Cicci e seguir até a Rodoviária
11º Passar por dentro da Rodoviária e sair pela Av. Barão do Rio Branco
12º Seguir pela Av. Barão do Rio Branco até o Shopping Uberaba
13º Entrar no Shopping pela entrada de pedestres e então pela entrada do lado do Bretas
14º Atravessar toda extensão do Shopping e finalizar no estacionamento do lado das Lojas Americanas


Mais detalhes aqui na comunidade da Zombie no orkut    :http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=92506712

As Bonecas da Bruxa

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É preciso ter cuidado com a casa que você visita durante o Halloween. Em algumas áreas dos Estados Unidos, existe a história de uma senhora muito maldosa - na verdade uma bruxa disfarçada - que detestava crianças, e que sempre que uma batia em sua porta pedindo doces, ela dava um jeito de atraí-la para dentro da casa, onde a dopava com algum doce envenenado, e depois as transformava em bonecas através de uso de cera, muitos cortes e processos satânicos, assim diziam os mais velhos.

Ela guardava essas bonecas em tamanho real no porão, usando-as em ocasiões especiais como rituais ou até mesmo para matar as outras crianças que entrassem em sua casa.


Esta boneca em questão foi filmada com sorte em uma casa abandonada, onde dizia que vivia uma senhora misteriosa, que morrera de modo muito estranho, dizem que se olhar bem para os olhos dela, pode ouvir a alma da criança pedindo socorro.  

Fonte: http://medob.blogspot.com/

A lenda dos doces mortais

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O que é a lenda dos doces mortais?
É uma lenda muito comum nos Estados Unidos, graças à grande festa que é o Halloween entre as crianças. Claramente uma forma dos pais alertarem as crianças sobre doces e frutas oferecidos por estranhos, ou mal embalados/reembalados.

A lenda, em um resumo, possui várias vertentes, mas o final é sempre o mesmo: Há lâminas de barbear (o objeto mais usado), ou pregos, ou vidro, ou drogas, dentro dos doces ou das frutas, e, se uma criança morder, acaba morrendo na hora ao ter a boca rasgada/ferida ou acaba se drogando, morrendo de overdose por ter recebido uma dose letal.

Esta história pode começar de vários pontos:

- Um viciado em crack que encheu Pixie Sticks (uma espécie de doce em pó, tipo nosso Dip Lick, acho) da droga e distribuiu às crianças. (Ignoremos que crack é uma droga a ser fumada, não ingerida)
- Uma senhora maluca que colocou veneno em maçãs e pipocas doces.
- Um senhor que não gostava das crianças da vizinhança e distribuiu doces com lâminas de barbear.
- Um ladrão que colocou lâminas em maçãs e deu às crianças.

Entre muitos outros, mas estes são os mais comuns. A lenda ganhou força entre os anos 70 e 80, levando muito medo às cidades americanas, hospitais se ofereceram para tirar raio-x dos doces, pais confiscavam tudo que as crianças pegavam, destruindo os doces para ver se não havia nada dentro deles, e muito mais.

Mas há algum fundo de verdade nessas lendas?

Sim!

Mas, calma. Não aconteceu nenhum massacre de criancinhas graças à lâminas de barbear no chocolate. Há pouquíssima evidência de algum acontecimento grande envolvendo pessoas que colocaram "coisa à mais" em doces de Halloween, o mesmo para incidentes.

Porém, em 1974, um homem chamado Ronald Clark O'Bryan colocou cianureto em alguns doces e os deu para seus dois filhos e mais duas crianças. O único que comeu o doce foi seu filho, que acabou morrendo. Dizem que a causa mais provável do crime foi o dinheiro do seguro das crianças. Ronald, também conhecido como Candyman, foi preso e condenado à morte com injeção letal em 1984.

Talvez seja a partir daí que a lenda tenha criado força e forma. Mas, oficialmente, nada aconteceu.
Atualmente, esse tipo de lenda está mais fraca, mas ainda se recomenda que algumas precauções sejam tomadas durante a noite de 31 de Outubro.


Lâmina de barbear encontrada dentro de um chocolate durante o Halloween de 2007, na Flórida. O doce havia sido encontrado no chão por um garoto e sua mãe.


                            Fonte: http://medob.blogspot.com/

Evocando Espíritos

| quinta-feira, 28 de outubro de 2010 | 1 comentários |
 Quando Matt (Kyle Gallner), filho de Sara (Virginia Madsen) e Peter Campbell (Martin Donovan), é diagnosticado com câncer, toda a família precisa se mudar para um local mais próximo da clínica onde realizará seu tratamento. Aos poucos Matt apresenta sintomas estranhos, tendo uma súbita mudança de comportamento. Ao pesquisar o passado da nova casa, Sara e Peter descobrem que ela fora um centro de pesquisas que procurava algo além do que o simples contato com espíritos.

Eles (Ils, 2006)

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Eles
Um casal dorme quando a mulher acorda com o barulho de música. Ela olha pela janela e vê que seu carro não está onde ela deixou. Daí para a frente eles enfrentam alguém (ou algo) que não sabem o que é, mas que esta dentro da grande e antiga casa.
Jogo de gato e rato de prender o fôlego, não há sangue ou violência excessiva, mas é exatamente isso que faz a diferença, já que o clima é tudo nesse filme.

Mum & Dad (2008)

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Mum & Dad
Uma família típica dos subúrbios pobres de Londres gosta de sequestrar pessoas para transformá-las em “animais” de estimação.
Você já viu essa história antes, mas o toque inglês faz toda a diferença. A violência não é extrema, mas incomoda como se fosse.

A Névoa (The Mist, 2007)

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A Névoa


Após uma noite de tempestade, a neblina toma conta de uma cidade e criaturas estranhas aparecem. Grande exercício de claustrofobia, o filme se passa quase que o tempo inteiro dentro de um supermercado; mas não se engane, o ritmo é dos melhores e nunca é cansativo.

Praça Berkeley, 50

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Esta área residencial de Londres, muito conhecida pela música “A Nightingale Sang in Berkeley Square”, é também o lar da casa mais assombrada de Londres! O número 50 da praça Berkeley é o lar de um grande número de fantasmas, o mais antigo deles, o de uma menina assassinada nos anos 1700 por um criado sádico. Ela é freqüentemente vista no último andar chorando e torcendo as próprias mãos em desespero. Outra mulher, tentando escapar de seu tio caiu de uma janela – o seu fantasma é muitas vezes visto pendurado em um peitoril da janela. Enquanto a casa esteve vazia nos anos 1870, os vizinhos ouviam numerosos gritos e gemidos oriundos da casa. Eles também ouviam móveis se movendo, campainhas tocando, e janelas batendo. Anos depois a casa foi ocupada por um Sr. Dupre, que trancava seu irmão louco em um quarto no último andar. Ele alimentava o irmão insano por uma abertura especial na porta. Este é o quarto que se diz ser o centro da assombração. Atualmente a casa abriga uma livraria – estranhas ocorrências foram observadas por todos os funcionários da loja. O último andar é mantido trancado o tempo todo e ninguém tem permissão para entrar nele.

O cemitério de Union

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O cemitério de Union, em Easton, Connecticut, não é somente o cemitério mais assombrado de Connecticut, é considerado por muitos como o cemitério mais assombrado dos Estados Unidos. O fantasma mais famoso de lá é a Dama de Branco. Inúmeras fotografias foram tiradas dela, e ela até foi filmada. Ela tem um cabelo comprido e escuro e usa um boné e um vestido de noite. Ela freqüentemente aparece na rodovia junto à rota 59, e às vezes rota 111, onde ela é comumente “atropelada” pelos veículos que passam. Em uma ocasião em 1993, um bombeiro estava dirigindo pela rua quando atingiu a “dama” – ele ouviu um baque e um amassado ficou em seu veículo. Quando a mulher apareceu na frente de seu carro ele também viu um fazendeiro com um chapéu de palha sentado atrás dele no carro. O cemitério é trancado à noite e freqüentemente é patrulhado pela polícia. A imagem acima é uma das muitas que se pode encontrar na internet.

Estrada de Balete

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A estrada de Balete é uma rua localizada em New Manila, cidade de Quezon, Filipinas. É conhecida por aparições de uma mulher de branco e por casas assombradas que foram construídas durante a Era Espanhola (anos de 1800). New Manila possui uma abundância de árvores baletes, que, de acordo com a lenda, é o local favorito para espíritos errantes e outros seres paranormais. Especialistas no paranormal acreditam que a mulher de branco foi estuprada por soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial. Testemunhas da mulher de branco, advertem os motoristas para evitar a rua durante a noite, especialmente se estiverem sozinhos. Se é necessário viajar por essa rota, eles avisam para que deixe o banco de trás totalmente ocupado, e que ninguém olhe para trás ou nos espelhos. A aparição veste um vestido de noite, tem cabelo comprido e não tem face, se tem, está coberta de sangue.

Tribunal do Condado de Pickens

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O tribunal do Condado de Pickens em Carrollton, Alabama, é um tribunal no oeste do Alabama famoso por uma imagem fantasmagórica que pode ser vista em uma de suas janelas. É dito que a imagem é o rosto de Henry Wells, que, diz a lenda, foi falsamente acusado de ter queimado o tribunal anterior, e linchado em uma noite de tempestade, em 1878. A imagem na janela é facilmente vista, apesar de que só parece mais com uma face de alguns ângulos do que de outros. É dito que a imagem só pode ser vista do lado de fora do tribunal, de dentro a vidraça aparenta ser uma vidraça de janela normal. Desde que a foto acima foi tirada, a cidade de Carrollton colocou uma placa de rua refletiva com uma flecha apontando para o vidro onde a imagem aparece. Há também binóculos permanentes apontando para a janela do outro lado da rua, para que as pessoas possam ver a face mais de perto.

A ponte que grita

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A estrada Maud Hughes está localizada em Liberty Township, Ohio. Ela tem sido o local de muitos acidentes terríveis e suicídios. A estrada de ferro está a 7,62 metros abaixo da ponte, e pelo menos 36 pessoas foram relatadas mortas na ou ao redor da Ponte da estrada Maud Hughes. Figuras fantasmagóricas, névoas e luzes já foram vistas, assim como figuras negras encapuzadas e um trem fantasma. Diz a lenda que um carro com um homem e uma mulher enguiçou em cima da ponte. O homem saiu para buscar ajuda , enquanto a garota ficou. Quando o homem retornou, a garota estava pendurada na ponte, em cima dos trilhos. O homem então morreu de causas inexplicáveis. Até hoje, muitas pessoas têm relatado ouvir conversas de fantasmas, então um grito de mulher seguido do de um homem. Outra história diz que certa vez uma mulher jogou seu bebê da ponte e depois se enforcou.

O quartel de Babenhausen

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No quartel alemão de Babenhausen (hoje um museu), os fantasmas de soldados alemães, alguns com uniformes da época da Segunda Guerra Mundial, tem sido avistados. Diz-se que luzes se apagam sozinhas e vozes são ouvidas no porão. Alega-se que passos e comandos são ouvidos à noite, supostamente sem causa física. Diz a lenda que se acontecer de um soldado visitar o museu e tirar o telefone do gancho, uma mulher poderá ser ouvida algumas vezes, falando de trás pra frente, de maneira ininteligível, nem em alemão nem inglês. A cidade foi o local onde aconteceu a queima de uma bruxa numa estaca, no século 19, e diz-se que seu fantasma já seduziu, e depois matou, vários soldados alemães desde então. A foto acima é de dois soldados americanos no quartel, em 1974.

Tutancâmon

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Ele foi faraó do antigo Egito, tendo reinado entre os anos 1333 e 1323 antes de Cristo. Reinou e morreu jovem com apenas 19 anos de idade. Assim como outros faraós, Tutancâmon teria uma tumba digna para desfrutar da vida após a morte, mas devido a sua inesperada partida deste mundo ele acabou enterrado em uma pequena tumba adaptada localizada no Vale dos Reis. Esquecida e longe das principais, que acabaram vítimas de saqueadores, a tumba de Tutancâmon só foi descoberta em 1922. Ela estava inteiramente preservada e com todas as relíquias lá deixadas junto com o sarcófago do faraó. Os tesouros de Tutancâmon estão atualmente no Museu Egípcio, no Cairo.

Mais famosa do que o seu ocupante a tumba ganhou notoriedade não apenas por ter sido uma das únicas a ser encontrada praticamente intacta, mas também graças à “maldição da múmia” que ela guardaria.

Vale dos Reis, no Egito, onde foi encontrada a Tumba de Tutancâmon

As mortes do arqueólogo Howard Carter, descobridor da tumba, em circunstâncias misteriosas, e do nobre inglês patrocinador da expedição e de alguns de seus amigos e parentes próximos, logo após a descoberta, alimentaram a lenda de que a tumba guardaria uma “maldição da múmia” que atingiria a todos os que a profanassem.

O castelo do Dracula

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Os vampiros não nasceram lá, mas o mais famoso de todos eles sim. Imortalizado no romance de Bram Stokler, Drácula teria sido inspirado em Vlad “Dracul” Tepes, príncipe e líder guerreiro que no século 15 lutou pela ordem dos Cavaleiros do Dragão ao lado dos cristão e contra os turcos. Entre as inúmeras barbaridades que teria cometido estariam empalar seus inimigos e beber o sangue deles. O castelo no qual morou fica na Transilvânia, região atualmente localizada na Romênia.Construído há cerca de dois mil anos, o Castelo de Bran é cercado de mistérios sobre a existência de passagens secretas e de acontecimentos sobrenaturais. Apesar da lenda de que Vlad tenha se transformado num vampiro, o que mais assusta no Castelo de Bran são as memórias das atrocidades cometidas por ele enquanto ainda era um ser humano.

A Misteriosa Casa Dos Winchester

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Em 1881, Sarah Winchester, a viúva do famoso criador de armas Oliver Winchester, se convenceu de que precisava de proteção contra os espíritos do mal das pessoas que foram mortas pelos rifles da marca de seu marido.
Um médium a aconselhou à criar mais cômodos na mansão, para confundir os fantasmas (Não faz sentido colocar mais cômodos para confundir os fantasmas, já que eles atravessam as paredes, mas a viúva achou que isso era o certo a fazer).
Ela fez o que o médium mandou durante quarenta anos, adicionando mais de 100 quartos e salas à casa. Isso durou até 1922, o ano de sua morte.
Existem boatos dizendo que após a morte de Sarah, seu próprio fantasma ficava assombrando os corredores de sua mansão.
Hoje, a casa é uma atração turística popular, um monumento bizarro que desperta superstição e paranóia.

A Casa Branca

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A casa de todos os presidentes americanos, localizada em Washington, D.C., certamente viu muitas tragédias não escondidas através dos séculos.
Desde seu incêndio em 1814 pelas tropas britânicas até as inúmeras tentativas de assassinatos (algumas funcionaram).
Entre as centenas histórias de terror contadas sobre a Casa Branca, inclui o aparecimento do fantasma de Abraham Lincoln. A viúva de Lincoln, Mary Todd, se interessou pelo ocultismo e chegou a fazer sessões espíritas dentro da casa presidencial.
Outros fantasmas famosos vistos lá foram: Andrew Jackson, Dolley Madison, e Abigail Adams. Hoje em dia raramente algum fantasma é visto lá.

Alcatraz

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Alcatraz foi a mais famosa prisão-ilha do mundo, por anos capturou a imaginação do público em muitos livros e filmes feitos sobre ela.
Essa prisão viu muitos assassinatos, rebeliões e suicídios durante os 29 anos que funcionou. O que desperta a curiosidade sobre ela, são os boatos de pessoas que ouviram sons inexplicáveis e gritos de desespero, viram celas fecharem sozinhas e aparições sinistras.
Essas lendas fizeram os criminosos pensarem duas vezes antes de cometerem um crime e possivelmente irem para a temida Alcatra

Cão negro(causo mineiro)

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Uma criatura andava rondando um bairro de São João da Mata. Um senhor que dormia foi subitamente acordado por sua esposa, onde ela o avisou de que ouvira um rosnado. Ele, que chegara há algumas horas do serviço, meio que sonolento, pegou a sua arma e saiu para ver o que era. Antes de abrir a porta ouviu que os cachorros corriam para lá e para cá, provavelmente perseguindo a fera. O local na época era completamente lúgubre. A luz demorou a chegar. Engatilhou sua arma e saiu. Os cães com os seus latidos vieram alertá-lo de que a criatura estava perto. Ficou atento. De casa sua casa sua esposa pedia-lhe para que tomasse cuidado. O senhor prosseguiu um pouco mais e viu que os cães estavam inquietos em volta de uma vala. Não se podia ver nada...
Quando se preparava para dar um tiro, do buraco um enorme cão surgiu. Sua pelugem era preta como a noite e seus dentes enormes. Os cães não se intimidaram e avançaram contra ele. Sua enorme pata quase atingiu um dos cães que se afastou. O senhor atirou contra a fera que refugiou-se mato a dentro. No dia seguinte a notícia se espalhou pelos quatro cantos do Estado. Até mesmo uma equipe de TV foi enviada para fazer uma cobertura do fato. Como prova cabal marcas de pata foram encontradas em algumas pedras e árvores. Um cidadão chegou a pintar uma cruz em sua porta para que a fera não adentrasse

A noiva

| quarta-feira, 27 de outubro de 2010 | 0 comentários |



Numa cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um "causo", que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande fazendeiro, iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais. (perai... isso é um "causo" ou um anúncio de massagens?) Seu noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava ornamentada e o padre se preparava tomando "alguns" cálices de vinho. os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos viajariam para a "Europa" em lua de mel. No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - "Sinto Muito! Não a amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar esse casamento." Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se tranca em seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento: 20 de Maio. Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva aparece, nua, cavalgando pelas ruelas da pequena Ibiá, dando gritos de horror e desespero!

Carro antigo

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A um tempo atrás eu comprei um carro antigo. Não é velho, é antigo. Um Dodge Dart. Era o meu sonho arranjar um desde que eu vi um passando na rua de casa, com aquele motor forte fazendo aquele barulho potente. Eu juntei o dinheiro e fui atrás de um. Não foi fácil achar, mas eu finalmente achei um do jeito que eu queria e comprei.

A viagem para casa foi uma maravilha, o carro não tava 100%, mas tava muito bom. Ronronava feito um gatinho. Mas tinha alguma coisa para arrumar. Depois de uma semana já tinha ido para o mecânico disso e mecânico daquilo e a parte mecânica do carro tava toda restaurada, uma maravilha! Era girar a chave que o bicho ligava! E lá fui eu trabalhar com o meu Dojão!

Eu acordei cedo e estava indo para o trabalho, sozinho no carro. Na metade do caminho, eu estou olhando para frente e resolvi dar uma espiada rápida no espelho retrovisor. No que eu bati o olho eu pisei no ferio. Tinha um cara no banco de trás. Assim que o carro parou eu abri a porta e pulei pra fora. No que eu olho para o banco de trás, nada. Vazio. Sem ninguém.

Eu me senti um idiota. Achei que provavelmente devia ter alguma mancha no retrovisor, mas quando eu entrei no carro e olhei para o retrovisor, não tinha nada, nem uma manchinha. Estava impecável. Eu achei que devia ser o sono. Simplesmente fechei a porta e tentei ligar o carro. Nada. Virava a chave, nada. Só aquele nheco nheco nheco de carro antigo tentando pegar. Eu achei estranho, porque até aquele momento o carro nunca teve problemas para pegar. Eu girei a chave de novo e nheco nheco nheco. Nada do carro pegar.

Depois de muito tempo tentando fazer o carro pegar eu desisti e chamei um guincho, para a minha frustração. O Guincho chegou, pegou o carro e levou até a minha casa, onde eu peguei o meu outro carro, mais novinho, e fui trabalhar. Passei o dia inteiro pensando o que poderia ter acontecido.

Quando eu cheguei em casa, a primeira coisa que eu fui fazer, foi ir mexer no carro. Eu entrei nele, coloquei a chave na ignição e girei. O barulho daquele enorme motor ligando foi imediato. Pegou sem problema nenhum. Eu achei muito estranho, mas já que tava funcionando, para que me preocupar? Resolvi dar uma voltinha com ele só para ter certeza. Sai e depois de uma hora eu voltei. Estava funcionando 100% de novo. No dia seguinte eu ia trabalhar com ele.

De manhã eu tomei o café feliz da vida. peguei as minhas coisas, coloquei no carro, abri o portão, entrei no carro e leguei ele. O motor pegou na hora! Eu comecei a manobrar o carro para tirar ele da garagem. Tudo numa boa, quando o carro tava lá fora eu fui brecar para ir fechar o portão. Mas o carro não brecou. Eu pisei no freio e o carro foi andando. Pisei de novo e nada. Eu afundei o pé no freio e o carro continuou em frente. Acabou que o carro bateu (bem de leve) no muro da casa da frente, e só brecou por causa disso. Eu fiquei P da vida! Como é que o carro perdeu o breque da noite para o dia?! Eu empurrei o carro para a garagem (o que não foi nada fácil) peguei o meu outro carro e fui trabalhar.

Quando voltei já liguei para o mecânico que tinha visto os freios e falei para ir me encontrar em casa. Ele chegou lá, deu uma olhada no carro entrou nele e falou para mim empurrar aquele monstro para testar o breque. Assim que ele pisou no pedal, o carro parou. Novo teste e a mesma coisa. Ele ligou o carro, engatou a primeira e foi em frente. Quando ele pisou no freio, o carro parou na hora. Eu não sabia o que dizer.

Bem, o mecânico foi embora e eu resolvi deixar o carro na garagem até arrumar o amassado que tinha feito na frente. Quando eu estava indo para a cama eu resolvi dar uma ultima olhada no meu garotão. Fui até o banheiro e quando eu olhei pela janela, vi alguém em pé do lado da janela do motorista com o tronco para dentro do carro. Eu entrei em pânico. Não tinha o carro não fazia nem um mês e já queriam me roubar ele! Eu acendi as luzes da casa e desci correndo. Quando eu cheguei lá, nada. A janela estava fechada e não tinha sinal de alguém ter estado lá. Eu achei que realmente devia estar precisando dormir.

No final de semana fui levar o carro no funileiro para arrumar o amassado. Fui até lá sem problemas. Ele falou que no próximo sábados estaria pronto. Eu fui para casa e esperei ansiosamente a semana passar. no sábado lá fui eu todo alegre pegar o Dojão. Cheguei lá e lá estava ele, todo arrumado, pintura brilhando, impecável! O funileiro me deu a chave e eu fui para casa com o meu caro.

Ele se comportou durante quase um mês sem dar problema nenhum, mas nada dura para sempre. Uma noite eu resolvi sair com ele para passear. Quando eu sai de casa e olhei para ele, deu para ver alguém sentado no banco de trás dele. Eu já achei que era ladrão de novo. Eu fiquei olhando de longe para ver se era alguém mesmo. Parecia ser uma pessoa. Só que quando eu estava olhando um ônibus passou na rua, e eu consegui ver o ônibus através da pessoa que estava lá dentro! Aquilo me fez um gelo subir a coluna. Quando a rua ficou escura de novo, a figura tinha sumido. Eu cheguei perto do carro e nada. Ninguém lá dentro. Eu achei que devia ter visto o reflexo de algo e me acalmei. Entrei no carro, liguei ele e saí numa boa. Mas eu estava com uma sensação estranha de que eu ia ter problemas. Mas mesmo assim eu sai com o carro.

Eu estava indo pegar um amigo quando de repente o carro desliga na metade do caminho. Não o motor, mas o carro inteiro. Toda a parte elétrica dele. Não acendia luz nenhuma. Mas o freio funcionou dessa vez. Eu parei o carro e tentei ligar ele de novo. Nada. Nenhum barulho. Abri o capô achando que algum fio da bateria podia ter soltado, mas não tinha nada de errado lá. Estava tudo como deveria estar. Eu voltei, girei a chave e nada. Eu já tava começando a ficar desesperado de novo. Eu encostei no banco e tentei relaxar. Quando eu olho no espelho lateral, eu vi o que parecia ser alguém (não deu para ver direito, a rua estava escura) encostado no carro, quase sentado no porta-malas. Eu abri a janela e coloquei a cabeça para fora para mandar desencostar do carro, mas quando eu olhei lá pra trás, não tinha mais ninguém. Foi ai que eu comecei a achar que o carro era assombrado. Eu já tinha ouvido falar de casa assombrada, mas carro? Essa era nova para mim.

De novo eu tive que chamar o guincho de novo. Eu deixei o carro em casa, peguei o meu outro carro e sai. Quando eu voltei eu resolvi fazer um teste. Peguei a chave do Dojão, entrei nele, coloquei a chave no contato e girei. E aconteceu exatamente o que eu achava que ia acontecer. O carro pegou. Todas as luzes acenderam, o farol, luz de dentro, painel, tudo.

Eu pensei que aquilo já era demais. Não podia continuar daquele jeito. Eu tinha que dar um basta. Me sentindo muito idiota eu falei em voz alta:

-Olha, eu não sei quem você é, mas esse carro é meu agora. Eu comprei ele. Se você está preocupado que eu possa estragar ele, não precisa se preocupar, eu vou cuidar muito bem dele. Só me deixa em paz.

Depois que eu falei isso, ele nunca mais deu problema nenhum. Nunca tive que chamar guincho de novo e até hoje não levei no mecânico de novo também. Ela acabou ficando mais confiável que o meu outro carro.



Jarbas - São Paulo - S.P.

A Casa da Fazenda

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Nas férias eu sempre vou para a fazenda do namorado da minha tia, lá em Minas Gerais (eu esqueci o nome da cidade agora). Ele, a minha tia e os meus primos moram lá. A família do namorado da minha tia tem aquela fazenda desde o final do séc XIX.

No verão passado eu tinha ido para lá, como de costume. Só que dessa vez o meu espírito curioso e aventureiro de adolescente não se contentou em ficar somente na piscina e andar de cavalo, eu queria sair e explorar a fazenda inteira.

Depois de um tempo enchendo o meu primo Alexandre (Alex) com isso, ele finalmente concordou em ir junto comigo, já que alem de eu não querer ir sozinho, não conhecia tão bem a região quanto ele.

Nós saímos de manhã um pouco depois do café e fomos dar umas voltas. Quando estávamos um pouco longe da casa da fazenda ele falou "Já que você quer explorar, eu vou te levar para a antiga casa principal da fazenda." Quando ele falou aquilo, eu já sentia que eu ia encontrar muito mais do que eu queria lá.

A casa antiga da fazenda ficava bem longe da outra, nós levamos um bom tempo para chegar até lá. Quando chegamos lá, eu vi que a casa era bem velha. Ela não era tão grande, mas não era pequena. A porta estava destrancada, estava simplesmente encostada.

Não era exatamente aquilo que eu tinha em mente quando eu falei que queria explorar a fazenda, estava mais interessada em um rio, alguma cachoeira, alguma montanha com uma vista bonita, ou até alguma caverna, mas era aquilo que eu tinha no momento.

Nós entramos na casa e a primeira coisa que eu notei é que as paredes estavam completamente arranhadas, com umas manchas amarronzadas que pareciam sangue, mas poderia ser tinta velha também, apesar dos formatos delas serem bem estranhos. O meu primo falou que fazia tempo que ele não ia lá, mas que da última vez que ele foi, as paredes não estavam daquele jeito. Nós estávamos na sala principal. Para a esquerda tinha uma passagem que levava para outra sala (a de jantar) e para a direita tinha um corredor que levava para os quartos. Da sala de jantar dava para ir para a cozinha, e de lá para fora da casa de novo, pela porta dos fundos. Nós pegamos o corredor da direita, para olhar os quartos. Tinham quatro quartos e um banheiro no total. O primeiro quarto estava normal, nada de mais, só poeira. O segundo e o terceiro a mesma coisa. Então fomos ver o quarto quarto, o maior de todos. Quanto entramos eu senti uma brisa fria e um pouco de frio, mesmo a casa estando bem quente e abafada. Nesse quarto tinha um armário e nós fomo ver o que tinha dentro dele. Abrimos a porta e nada. Então eu ouvi o som de passos vindo do corredor. Eu agarrei o braço do meu primo e olhei para a porta. Os passos chegaram perto e pararam na frente da porta. Mas não apareceu ninguém. Eu olhei assustada para ele e sai correndo, e ele veio atrás. Enquanto eu corria pela casa para sair dela eu não vi ninguém lá dentro, só via as nossas pegadas na poeira, a de mais ninguém, apesar de ter ouvido os passos.

Lá fora na luz do sol, ficamos mais calmos. Eu olhei para ele e ia perguntar o que será que tinha sido aquilo, quando ele começou a gritar, do nada. A única coisa que ele falava era "ta doendo". Eu olhei no braço dele e começou a aparecer um monte de marcas vermelhas e brotoejas. O pescoço dele começou a ficar todo vermelho também. Eu decidi que era melhor levar ele correndo para a casa da fazenda para a mãe dele ver o que era. Antes de sair correndo com ele eu dei uma ultima olhada para a velha casa e vi uma fumaça meio cinza na porta de entrada, na forma de uma pessoa. Depois disso eu agarrei a mão do meu primo e sai correndo.

Quando nós chegamos na casa da fazenda a mãe dele viu como ele estava e ficou assustada. Ela levou ele no hospital, e deram alguns remédios para ele tomar. O estranho é que no dia seguinte ele já estava bom de novo, nem parecia que ele tinha tido alguma coisa. Ele me alou que aquela era a primeira vez que ele tinha entrado nos quartos da casa antiga, e que era a primeira vez que ele tinha uma reação alérgica lá, mesmo já tendo ido na casa.

Durante o jantar nós falamos o que tinha acontecido no dia anterior, e falamos dos passos que ouvimos. O namorado da minha tia ficou preocupado, achando que podia ter alguém morando lá escondido, já que isso não era incomum acontecer por lá. Ele resolveu ir investigar a casa no dia seguinte. Como não tinha muita coisa para fazer, o Alex e eu fomos junto com ele. Quando chegamos lá nós entramos na casa, e para a nossa surpresa, as paredes não tinham arranhões nenhum, e nem nenhuma mancha de tinta ou sangue (ou o que quer que fosse aquilo). Mas eu e o Alex não saímos da sala, foi o máximo que nós entramos. O namorado da minha tia procurou a casa inteira e não achou ninguém e nem sinal de que alguém alem do Alex e de mim tenha estado lá dentro.

Nós fomos embora de lá e nem o Alex e nem eu voltamos lá de novo. Mas eu não vou esquecer tão cedo daquela fumaça cinza que tinha na porta, e nem a alergia relâmpago do Alex que veio do nada e foi embora como se ele nunca tivesse pegado coisa alguma.

Algo na ponte

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Eu nasci e morei em Uberaba-MG a minha vida toda e nunca vi nada de paranormal ou algo que eu não pudesse explicar. Como eu trabalho perto de casa eu vou todo dia para o trabalho a pé, e também volto a pé, e parte do meu caminho é atravessar o viaduto vereador José Diniz, que passa por cima da avenida águas espraiadas. Pode não ser um lugar muito seguro, mas nunca vi nada de sobrenatural ali.

Como eu moro perto do trabalho, é normal pro chefe me pedir para ficar até mais tarde pra terminar alguns serviços. Só que um dia a coisa extrapolou.
Nesse dia, eu tive que ficar até mais tarde para resolver uma coisa que tinha que estar pronta para o dia seguinte até nove horas da manhã. Então acabei ficando lá até três e meia da madrugada.
E lá fui eu pra casa no meio da madrugada. Quando eu chego na ponte eu olho pra um lado, olho pro outro, tento ver se tem alguém vindo mas não vejo ninguém.

Então lá fui eu atravessar a ponte. Quando eu andei um pedaço da ponte eu vejo alguém vindo na outra direção. Como ali não é um lugar muito seguro eu hesitei um pouco pensando se eu dava a volta e fazia um outro caminho mais comprido ou se ia em frente.
No que eu dei uma parada a outra pessoa também deu.
Ai eu pensei "Deve ser outro pobre coitado voltando do trabalho", então fui em frente.
Quando eu comecei a andar a outra pessoa também começou a andar.
Eu falei comigo mesmo "Não se preocupa, é só alguém indo pra casa, só passa reto e nem olha pra ele".

Então apertei o passo e fui. No que eu olho pra frente ele esta correndo na minha direção.
Isso realmente me assustou, por que um cara correndo na sua direção, na rua, no meio da madrugada não é uma coisa muito agradável.
Mas ele parou no meio da ponte e encostou no corrimão. Eu continuei andando normalmente.
Conforme eu fui chegando perto, era para começar a ver como o cara era, mas a única coisa que eu percebi é que o cara parecia estar com uma espécie de capa que cobria o corpo todo e ela não ficava parada, era como se fosse feita de fumaça.

Eu pensei comigo mesmo "é o sono que ta te fazendo ver coisas", e "só continua em frente, não olha pro cara e se ele falar algo não da trela e nem para".
No que eu tava chegando perto, uns vinte metros pelo menos, o cara deu um pulo e ficou de pé no corrimão.
Mas ele não estava segurado em nada, não dava para ver os braços ou as mãos dele.
Ele estava se equilibrando em cima do corrimão. Eu só conseguia ver aquela coisa que parecia uma capa preta de fumaça em volta dele.
Quando ele fez isso, (pulou no corrimão sem usar as mãos) eu fiquei sem reação, e a única coisa que eu pensei foi "passa reto e finge que o cara não ta ai", mas quando eu ia chegando perto bateu um cheiro tão ruim, mas tão ruim que eu fiquei totalmente nauseado.

Um cheiro de coisa podre, mofada, meio asfixiante. E o som que aquilo fazia, era um som de ossos estalando, com uma respiração chiada. No que eu estava passando por ele (até hoje eu não sei por que raios eu resolvi continuar em frente) eu só pensava "Não olha pra ele, não olha pra ele, não olha pra ele".
Mas a curiosidade foi tão grande que eu não resisti e olhei pro rosto dele. No que eu fiz isso eu não consegui ver o rosto dele, só os olhos. Mais nada.

Eu não consegui olhar pro resto, só aqueles olhos negros e penetrantes que davam uma agonia só de olhar.
Ele soltou uma gargalhada estridente quase que insana. Eu cai pra trás, indo parar na via e sai correndo.
No que eu olhei pra trás, pra ver se ele estava me seguindo, ele simplesmente não estava mais lá.
Eu estava sozinho na aponte agora. Eu voltei para a calçada e olhei lá embaixo na avenida águas espraiadas e não tinha nada. De repente aquele cheiro nauseante começou a aparecer, bem fraco.
Eu não esperei o cheiro ficar mais forte para sair correndo.
Eu nunca cheguei em casa tão rápido.
Não sei o que era aquilo, mas daquela noite em diante, eu sempre faço o caminho mais comprido para ir de casa pro trabalho e voltar.

Relatos do Vovô.

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A alguns anos atrás, eu me sentei na varanda da casa do meu avô, onde ele se encontrava. Eu pedi para ele me contar uma história de fantasma. Ele falou que me contaria duas, e que as duas eram verdadeiras. Algum tempo depois o meu avô faleceu, então em sua homenagem, eu vou contar as duas histórias para vocês.

História #1:

A mãe do meu avô tinha só 9 anos quando isso aconteceu com ela, então foi lá por volta de 1870. Para voltar da escola ela tinha que passar perto de uma grande floresta. A mãe dela sempre ia pegar ela na escola. Um dia, quando elas estava voltando da escola, eles viram uma mulher bem estranha do lado da estrada. Ela estava berrando e xingando ela mesma. Um pouco depois ela pulou em uma árvore e começou a subir ela. Quando ela estava no topo da arvore ela começou a gritar "Eu vou pegar vocês duas!!!" Então ela começou a pular de galho em galho, passando de uma árvore para a outra

Isso assustou tanto as duas que elas voltaram correndo para casa. Quando chegaram lá trancaram toda a casa e se esconderam no quarto.

Elas acabaram dormindo lá dentro, com medo de sair de lá. Quando elas acordaram, a mãe da minha bisavó pegou uma espingarda que eles tinham no quarto e foi ver o resto da casa. Quando ela chegou na lavanderia, ela encontrou uma janela quebrada. No meio do chão da lavanderia tinha uma espécie de "ninho" feito com as roupas sujas deles. A mulher louca tinha dormido ali o dia inteiro.

história #2:

A minha bisavó já era um pouco mais velha quando isso aconteceu.

Ela estava no milharal que tinha na casa dela, colhendo milho, quando ela decidiu dar uma parada para descansar. O milharal tinha uma trilha em forma de Y que passava pelo meio dele, e os vizinhos tinham o costume de passar por ela para cortar caminho. Ela estava perto da trilha quando ela viu uma figura se movendo na direção dela. Quando a figura chegou mais perto ela viu que era o irmão dela. Ela gritou para ele de onde estava "Oi César!" Ele sorriu para ela e seguiu o caminho dele. Depois de um tempo ela voltou para casa e resolver ver a correspondência, que ninguém via já tinha um tempo. No fundo da pilha de cartas ela encontrou uma que já tinha mais de uma semana. Ela abriu e leu somente a primeira linha:

Ilma Sra Cristina,

Sinto em lhe informar que o seu irmão César faleceu a alguns dias atrás.

O Carrinho de mão.

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Isso aconteceu quando eu tinha 7 anos.

Quando a minha bisavó faleceu ela deixou a casa dela para a minha mãe (ela criou a minha mãe e adorava ela). Era uma casa muito, muito velha com dois quartos e uma enorme sala de jantar que foi convertida em um quarto para os meus quatro irmãos, minha irmã e eu (sim, nós éramos uma grande família). Minha irmã e eu dividíamos uma cama de casal que ficava em baixo da janela. A engrada da garagem era no mesmo lado da casa e era coberta com pedregulho.

Nos tínhamos esse velho carrinho de mão que ao invés de ter um pneu tinha uma roda de fero. Para nos divertimos nós colocávamos alguém no carrinho enquanto os outros empurravam ele pela entrada da garagem. A minha irmã sempre me colocava do lado da janela a cama. Era verão, então todas as janelas estavam sempre abertas. Numa noite, eu acordei com um som estranho. Eu não tinha certeza do que era, mas vinha do lado de fora da janela. Enquanto eu estava lá deitada eu reconheci o som. Era o carrinho de mão sendo empurrado devagar para frente e para trás, próximo da minha janela! Dava para ouvir o pedregulho sendo esmagado. Eu estava com tanto medo que nem podia me mover. Eu nem se quer abria os olhos. O que era mais assustador era que a janela estava escancarada. Eu sentia como se alguém fosse colocar a mão para dentro e me agarrar. Eu finalmente juntei coragem suficiente para beliscar a minha irmã para que ela acordasse. Ela estava dormindo tão pesado que levou três beliscões para acordar. No terceiro, eu belisquei o mais forte que podia. Finalmente, ela acordou e perguntou o que eu estava fazendo. Eu imediatamente falei "shssssssss!" para ela e em um tom de voz muito muito baixo eu falei para ela escutar. Eu abri os meus olhos para olhar para ela e tudo o que eu pude ver foi o branco dos olhos dela. E, nossa, eles estavam grande! Ela me sussurrou que quando contasse até três, nós iríamos correndo para o quarto da nossa mãe. Eu não me lembro se nós contamos até três, mas assim que eu senti ela se mover eu pulei e nós duas corremos. Nós começamos a martelar a porta do quarto da minha mãe quando ela finalmente perguntou o que nós queríamos. Nós falamos que ouvimos um barulho lá fora e ficamos com medo. Meu padrasto abriu a porta e nós pulamos na cama deles, tremendo e chorando. Nós contamos para eles o que tinha acontecido e o meu padrasto pegou um pedaço de madeira e correu lá para fora. Quando ele voltou ele falou que verificou todo o terreno e não achou nada. Eu perguntei se o carrinho de mão estava na entrada da garagem, e ele falou que não tinha visto ele em lugar nenhum!

Na manhã seguinte nós achamos o carrinho de mão no quintal. Eu não sei o que ou quem estava mexendo no carrinho, mas é algo que eu nunca vou esquecer!

Noite de terror

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Isso aconteceu com a minha família já faz algum tempo, e sempre que eu conto para alguém, nunca acreditam. Mas eu não ligo, porque eu estava lá e vi com os meus próprios olhos e sei que foi real.

Finalmente as férias tinham chegado, e o meu pai tinha planejado uma viajem de carro até o sul do país. Eu estava muito empolgado, pois nunca tinha ido para lá. Não íamos a um lugar específico, íamos visitar varias cidades e ficar um tempo em cada uma. Numa delas foi onde aconteceu a minha história.

Assim que chegamos na cidade (já era noite) fomos direto para o hotel nos registrar. Estávamos cansados e fomos para os quartos dormir. O meu pai e a minha mãe pegaram um quarto enquanto eu e o meu irmão pegamos outro. Assim que entramos no quarto o meu irmão desabou na cama e dormiu por cima das cobertas mesmo. Depois de ter me preparado para dormir, eu apaguei a luz e fui dormir.

Quando eram umas 2:00am eu acordei com o som de passos no quarto. A janela estava fechada, mas a cortina estava aberta deixando entrar a luz que iluminava a fachada do hotel. Eu estava olhando a parede, então virei a cabeça para ver se era o meu irmão andando pelo quarto, mas ele estava deitado por cima das cobertas ainda, dormindo.

Eu achei que o som podia ter vindo de fora e fechei os olhos para dormir de novo. Então ouvi o barulho de novo, estava vindo da direção do armário. Eu olhei e lá estava aquilo. Um bicho de 1,50m mais ou menos, muito magro e andava com as costas curvadas, dava para ver as vértebras através da pele dele. Eu fiquei totalmente apavorado e não conseguia me mexer. Ele estava andando na direção da cama do meu irmão, aquilo andava como se fosse uma galinha, com a cabeça virando pra cá e pra lá com movimentos rápidos. Era uma coisa grotesca!!!

Quando ele chegou no pé da cama do meu irmão, o bicho começou a olhar ele e foi esticando a mão para encostar nele. Ele segurou o pé do meu irmão e depois soltou. De repente deu um pulo e subiu na cama. Ai ele começou a andar na cama usando os braços também, como se fosse um cachorro, e parecia que estava cheirando o meu irmão. Eu estava totalmente paralisado de medo! Não sabia o que aquilo era ou o que podia fazer. Então ele ficou de pé de novo, na cama do meu irmão em cima dele, com um pé de cada lado dele. Eu senti que se eu não fizesse alguma coisa naquele momento alguma coisa de ruim podia acontecer.

Num pulo eu peguei a primeira coisa que eu encontrei (que foi o travesseiro) fiquei em pé na minha cama e soltei um berro e fiquei numa posição de ataque. O bicho olhou para mim e eu vi aqueles olhos brancos, sem pupilas nenhuma me olhando e aquela boca aberta como se ele estivesse rosnando com os dentes mostrando. Eu achei que ele ia me atacar, e foi ai que o meu irmão se virou e estendeu a mão até a lâmpada de cabeceira, acendendo a luz. E foi ai que a coisa mais estranha aconteceu. Quando a luz acendeu, o bicho simplesmente desapareceu. Eu olhei para o meu irmão ele estava branco.

Ele falou pra mim que estava acordado, mas não conseguia se mexer. Ele ouviu os passos, sentiu o bicho pegar o pé dele e pular na cama, sentiu o bicho fungando ele e o bafo com cheiro de carniça, mas era como se ele tivesse paralisado, nem conseguia gritar para me chamar, mas depois que eu gritei ele conseguiu se mexer para virar e acender a luz.

Nós reviramos o quarto todo e não achamos nada, nenhum lugar de onde aquilo podia ter saído ou pra onde poderia ter ido. Nós deixamos a luz acesa e não conseguimos dormir o resto da noite. No dia seguinte pedimos para o meu pai para irmos embora para outro hotel e depois de muito trabalho conseguimos convencer ele.

Eu não sei o que era aquilo e nunca mais tive nenhuma experiência sobrenatural, e nem quero ter. Mas vou ter pesadelos com aquela coisa pro resto da minha vida.

O desconhecido

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Isso foi algo que aconteceu com a minha tia, a irmã da minha mãe.

A minha tia fazia o jogo do copo do seguinte jeito, ela pegava um espelho, escrevia o alfabeto nele, escrevia os números e escrevia um sim e um não. Então ela pegava um copo leve e pequeno.

A minha mão sempre falou para eu não brincar com isso, e ela elaborava muito bem a sessão de tortura pela qual eu passaria se desobedecesse ela. Por causa disso e outras coisas, eu nunca tive vontade de fazer isso, e depois de ler algumas histórias sobre as pessoas que fizeram, eu me sinto aliviada por nunca ter feito a brincadeira o copo.

Agora, a história.

O meu tio era um alcoólatra de carteirinha, até o dia que ele morreu. Ele foi internado uma vez em uma clínica de recuperação bem longe de casa. A minha tia decidiu que ia fazer o jogo do copo para perguntar se as coisas melhorariam. Ela estava fazendo isso com as duas filhas dela (minhas primas). O plano era tentar fazer contato com o meu avô, mas acabou contatando a minha avó, e ela se recusava a deixar qualquer outro espírito se comunicar com a minha tia.

A minha tia e as minhas primas começaram a provocar o espírito da minha avó (não me pergunta, não tenho idéia do que se passou pela cabeça de titica delas, para elas fazerem isso) e para a surpresa delas o copo pulou no ar rodando e caiu no chão do lado delas. Eu não sei se elas continuaram com o jogo depois disso ou se pararam (o que qualquer pessoa em pleno juízo teria feito, mas eu não duvido daquelas três). Depois disso coisas começaram a acontecer.

Na casa dela a cozinha fica do lado da sala de jantar, e o telefone fica na sala. As vezes quando ela falava com a minha mãe no telefone, você podia ouvir os armários batendo na cozinha. "Ele" ou "ela" tirava as panelas do armário e usava como se fossem uma bateria. Isso acontecia durante o dia, quando a filha mais nova dela estava na escola e a mais velha trabalhando. Ela sempre estava sozinha em casa.

A garagem divide uma parede com a cozinha. O portão da garagem está sempre trancado, e não tem nenhum outro jeito de entrar lá a não ser pelo portão. As vezes quando você estivesse na cozinha conversando, dava para ouvir batidas na parede.

As vezes você podia ver a sombra (de um homem, elas acham) observando você. Outras coisas também aconteciam, mas essas são as coisas mais marcantes.

Depois que o meu tio saiu da clínica de recuperação, ele foi "comemorar" a melhora dele enchendo a cara. Ele nunca deixou de beber,o que custou o trabalho dele e estava destruindo o casamento também, o que levou ele a se suicidar mais tarde. A minha tia vendeu a casa depois disso, então não tem como saber se as coisas estranhas ainda acontecem por lá.

Eu espero que você tenha gostado da minha história.

Lendas Urbanas

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A Loira do Banheiro (ou a Mulher de Algodão, ou ainda a Big Loira)
Essa é sem dúvida a lenda mais conhecida da lista, já tinha ouvido diversas versões diferentes em diversos estados diferentes (já morei em Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Bahia e Espirito Santo, sou cigano mesmo rsrsr...) dessa mesma lenda, mas no final, a base era quase sempre a mesma. Uma aluna (algumas vezes uma professora) loira e muito bonita que aparece nos banheiros dos colégios assustando os estudantes que matam aula. Uma constate em todas as versões é o algodão, a Loira está sempre envolta nele, ou com ele saindo de suas feridas, olhos e ouvidos. Algumas versões a retratam como um professora que foi assassinada por alunos revoltados, que não satisfeitos, a torturaram fazendo cortes profundos em sua pele e enfiando algodão nas feridas. Em outras versões ela é uma aluna que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula (às vezes devido a um escorregão que terminava com sua cabeça na privado, outras vezes ela morria sufocada com um mau cheiro que saía do ralo, bizarro mesmo!), após sua morte, seu espirito passou a ficar vagando pelos banheiros assustando os alunos que matam aula como ela fazia, nesse caso o algodão é referente aos tufos que os médicos enfiam no nariz, boca e ouvidos dos mortos por conta das secreções post mortem. Há ainda quem diga que pode-se invocar a Loira do Banheiro dando descarga três vezes, depois chutando o vaso uma vez e por fim virando-se rapidamente para o espelho.



A brincadeira do copo
ouija Junto com a Loira do Banheiro, essa é outra das mais famosas, até porque muitos dos que estão lendo isso agora já devem ter "brincado" de invocar espíritos com um copo alguma vez durante sua adolescência. A lenda em torno dela (fora a própria efetividade da brincadeira) é a de um grupo de amigos que resolveu fazer a famigerada brincadeira durante uma festa, um deles era descrente e só de sacanagem resolveu perguntar se alguém naquela mesa iria morrer recentemente, a resposta foi sim e logo em seguida o copo (em algumas versões ele é substituído por uma lapiseira) se estilhaça na frente de todos. Algum tempo depois, eles ficam sabendo que o rapaz cético que não "respeitou” o espírito havia morrido num acidente de carro.




hombresaco


O Homem do Saco
Derivada dos mendigos que permeiam todas as cidades, essa lenda é usada pelas mães para assustar os meninos malcriados que saem para brincar sozinhos na rua. De acordo com ela, um velho malvestido, e com um enorme saco de pano nas costas, anda pela cidade levando embora as crianças que fazem "arte".  Em algumas versões, o velho é retratado realmente como um mendigo, outras ainda o apresentam como um cigano; creio que isso dependa da região do país onde ela é contada. Há ainda versões mais detalhadas (entendam como cruéis) em que o velho (mendigo ou cigano) leva a criança para sua casa e lá faz sabonetes e botões com elas.



O Bebê Diabo
Evil_Baby_by_Xgblader Essa lenda foi popularizada pelo famoso (e extinto) jornal NP (Notícias Populares) que circulou por 20 anos no Brasil e criou diversas das lendas urbanas que conhecemos, dentre elas está a do Bebê Diabo. Segundo o jornal ele era um bebê que nasceu com chifres, cascos e rabo e, de acordo com a mãe da criança, o próprio capeta era o pai. Provavelmente ele não passava de um criança que nasceu com algum defeito genético, mas como "bebês satânicos" vendem mais que "crianças deformadas", ele acabou ganhando esse estigma.




A Mulher da Estrada
The_Road_of_Destiny_by_akirmak Essa também é muito conhecida, seu surgimento ocorreu em meados dos anos 50/60 devido ao grande crescimento de rodovias que se deu nesses anos. Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira (que pode ser trocada por uma índia ou prostituta) que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam, quando um resolve parar (muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo, chegando lá a bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma das lápides. Em outras versões ela simplesmente desaparece dentro do próprio veículo, depois o motorista descobre pelos moradores das redondezas que a moça havia sido atropelada há muitos anos naquela mesma estrada.  Algumas vezes, antes de desaparecer, o espírito da mulher pede ao motorista que ele construa uma capela no lugar onde ele a encontrou para que assim ela possa finalmente descansar em paz. Há ainda versões em que ela se deita com o motorista que quando acorda no dia seguinte descobre que ela simplesmente desapareceu sem deixar vestígios de sua existência. Uma versão mais sangrenta diz que a loira, antes de desaparecer, seduz o motorista que quando tenta beijá-la, acaba perdendo a língua.
Outras versões dessa lenda se passam em cidades grandes e são protagonizadas por motoristas de táxi, nelas o taxista recebe uma passageira muito bela e jovem, ela pede uma corrida até um cemitério qualquer da região, chegando lá ela dá ao motorista o endereço de sua casa e diz que lá ele irá receber seu pagamento, no dia seguinte, quando o motorista vai receber o dinheiro, o pai da menina lhe diz que é impossível sua filha ter feito essa corrida, afinal, ela havia morrido há muitos anos. O taxista, sem entender nada, fica ainda mais confuso ao reconhecer numa foto a menina que ele conduziu no dia anterior.





Os bonecos malditos
boneco-fofao1 Essa história tem várias versões, alguns dizem que a boneca da Xuxa era amaldiçoada e que à noite ela ganhava vida e matava as criancinhas (há também quem diga que ao invés de matar as crianças, a boneca fazia com que elas  matassem seus pais). Outros dizem que o boneco do Fofão vinha com uma adaga (ou uma vela negra, ou ainda um revólver) dentro dele.
Algumas versões mais estendidas diziam que esses bonecos eram fabricados por uma seita satânica e que essa seita os "carregava" com energias “demoníacas” para levar as crianças para o "mal". Foram tantas versões sobre o assunto que chegaram a chamar os inocentes brinquedos de Caixas de Pandora.




A Kombi (ou gangue) do Palhaço
The_Clown_by_TinyPilot Essa é uma das que mais me assusta (tenho um baita medo de palhaço devido a um trauma de infância que depois eu conto). Ela foi bem difundida em meados dos anos 90. Grande parte de sua fama deriva do supra citado Notícias Populares, de acordo com ele, uma gangue de palhaços (que às vezes tinham também uma bailarina entre eles) rondava os grandes centros numa Kombi branca, parando nas praças onde apresentavam seu show; no meio da bagunça eles raptavam as crianças. Seus fins eram dos mais diversos: seqüestro, tráfico de órgãos e prostituição são somente algumas das suposições. Uma outra versão ainda diz que não era uma gangue e sim um único palhaço que raptava as crianças com o intuito unicamente de matar, como um serial killer mesmo.




drowning_by_alsebka
O Cadáver nas Garrafas de Coca-Cola (ou na Caixa D’água)
Essa é bem famosa e eu cheguei a ouví-la da minha própria mãe (mas na versão dela aconteceu lá em Porto Seguro - BA, minha terra natal, e, ao invés de um homem, era um burro). De acordo com a lenda, um funcionário da Coca-Cola teria sofrido um infarto enquanto operava um dos tanques de refrigerante, seu corpo teria caído dentro do tanque, que, de tão fundo, ninguém via o corpo mergulhado na Coca-Cola. Ele teria ficado lá por dias se decompondo e sendo engarrafado. Essa lenda foi tão forte que em seu ápice ela chegou a diminuir as vendas da Coca-Cola em todo território tupiniquim. Uma variação dessa lenda (a que eu ouvi) acontece na maior caixa-d’água de uma cidade pequena, água essa que supria a cidade inteira.

Jack, O Estripador

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Poucas figuras na história moderna conservam o fascínio do assassino de Whitechapel. E poucas evocam tão prontamente a atmosfera gótica dos estertores da Inglaterra Vitoriana e suas ruas enevoadas divididas entre carruagens e trens a vapor, becos escuros e ruas principais iluminadas artificialmente, aristocratas e miseráveis, ciência e superstição. Por que Jack ainda exerce sua macabra atração, mais de cem anos após seu último crime? Diversos são os motivos: ele é a encarnação do medo da noite e do escuro, e, longe de ser um ser imaginário, é um perigo real que pode surgir no próximo beco ou estar seguindo você na sua volta para casa, altas horas da noite. É inclemente, impiedoso, sanguinário, e saiu impune de todos os seus crimes.Jack é o primeiro serial killer do mundo moderno. Criminosos e assassinos existem no mundo desde Caim, mas Jack é o primeiro a aparecer numa sociedade que acredita piamente na ciência e na razão, mas que, em contrapartida, ainda desconfia nas soluções propostas pela mesma ciência, como podemos ver em "Frankenstein" e em "O Médico e o Monstro". O principal motivo do fascínio é que ninguém sabe quem era Jack, muitas suspeitas e nomes foram levantados, mas o caso jamais foi resolvido. O que ficou na história foram os fatos e a tentativa de explicar o sangue que lavou as ruas do East End londrino.Nas últimas décadas do século XIX, o Império Britânico começava a desmoronar, e a própria vida na cidade não era fácil para seus moradores, principalmente os de classes menos favorecidas. A miséria, a exploração e as epidemias eram constantes, mas, mesmo para pessoas acostumadas com a degradação, os crimes de Whitechapel eram devastadores. O primeiro deles ocorreu em 31 de agosto de 1888. Mary Ann Nichols foi encontrada com sua garganta cortada. Em 8 de setembro, Annie Chapman foi encontrada mutilada. Dois outros corpos, de Elizabeth Stride (Liz) e Catherine Eddowes foram encontrados em 30 de setembro. Eddowes estava quase irreconhecível. O último, e mais selvagem assassinato, foi o de Mary Jane Kelly, em 8 de novembro. Todas elas tinham em comum o fato de que eram prostitutas, e seus assassinatos foram reinvindicados por um homem que se auto intitulou Jack the Ripper, ou Jack, o Estripador. Os crimes tiveram imenso impacto sobre a cidade. Medo, silêncio e revolta eram a tônica da cidade. Para se medir o quanto isso afetou Londres, os crimes foram o único assunto que as revistas musicais e seus comediantes se recusaram a abordar. E quem era Jack? Muitas hipóteses foram levantadas: seria um louco, um sádico? Poderia ser um cirurgião, já que era evidente a destreza das mutilações; poderia ser um fanático religioso (alguns falam que as mortes fariam partes de rituais da maçonaria), ou um tipo de justiceiro com uma visão doentia de moralidade ou mesmo um misógino com problemas psiquiátricos? Uma hipótese levantada, e defendida por várias correntes seria a de que a polícia não teria o mínimo interesse em resolver o caso, pois Jack seria membro da família Real, e a revelação acarretaria uma séria crise no governo. Interessante notar que nenhuma das hipóteses é completa, mesmo porque a investigação policial ainda engatinhava naquele tempo (só para dar um quadro melhor, um assassino ou ladrão tinha que ser pego no ato, pois mesmo métodos como comparação de impressões digitais só seria desenvolvido anos depois). O herdeiro real a que se atribui a autoria dos crimes não teria conhecimentos anatômicos suficientes demonstrados pelo criminoso (ele tinha problemas de aprendizado, e nunca tivera formação completa). Dono de distúrbios de temperamento e com indefinição de preferências sexuais, tanto o príncipe herdeiro, Albert Victor, chamado Eddy pela família Real, quanto seu amante, por um tempo seu tutor, o nobre James Stephen , foram suspeitos de ser o Estripador, isoladamente ou em cumplicidade (alguns citam que Eddy matava, e seria o autor das cartas e da identidade de Jack). Em 1993 veio a público um diário de James Maybrick, um comerciante de algodão que dizia ser o Estripador. Outros já haviam dito o mesmo, como um anônimo médico do St. George Hospital. Muitos dizem que o assassino estaria mais ligado às vitimas do que se poderia pensar: poderia ter sido Joseph Barnett, companheiro de Mary Jane Kelly, que odiaria a vida que a mulher seguia, matando suas colegas para demovê-la da prostituição, e matando-a por seu plano não surtir efeito. Outro médico suspeito teria sido o americano Francis Tumblety, que visitava Londres frequentemente, odiava mulheres e tinha como hobby colecionar orgãos humanos como úteros de mulheres. Um açougueiro judeu, um médico russo louco e um cirurgião judeu famoso que nunca tiveram identidades confirmadas também foram citados como Jack o Estripador de Whitechapel. O que temos de concreto é que não sabemos a identidade do assassino Jack. Mais de cem anos não conseguiram esclarecer o mistério de Whitechapel. Ficou ele como um monstro dos tempos modernos, nos limites do que chamamos humanidade.

Lucian Staniak (20)

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Conhecido como "A Aranha Vermelha", Lucian foi o serial killer que matou mais gente na Polônia. Seu reinado de terror começou em 1964. Um assassino pitoresco, deixava notas poéticas comentando seu comportamento. Matou sua 1ª vitima conhecida durante um feriado nacional, e deixou a seguinte nota:" Colhi uma suculenta flor em Ulsztyn e farei isso com mais alguém, porque não há feriado sem funeral." Nos próximos 3 anos, este delinqüente sexual matou e mutilou pelo menos 20 mulheres.

Foi descoberto quando matou uma colega membro do Clube dos Amantes da Arte. Suas pinturas, feitas principalmente em vermelho e sobre cenas de mutilação, fizeram a polícia suspeitar dele. Investigando seu passado recente (2 anos), a polícia percebeu que seus passos combinavam com os crimes. Depois de confessar, foi mandado para um hospício, onde ainda pintou muito.

Bela Kiss (24)

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Serial killer húngaro, suas façanhas foram imortalizadas pelo poeta surrealista Antonin Artaud. Em 1912, depois de mudar-se com sua esposa para a vila de Czinkota, ela começou a ter um caso. Logo os amantes sumiram e Bela contou aos vizinhos que eles fugiram. Logo depois, adquiriu 55 barris de metal. Falou para a polícia local que iria estocar gasolina por causa da iminente guerra. Em 1914, foi recrutado pelo exército e mandado para o campo de batalha. Morreu na guerra. Quando soldados passaram pela cidade à procura de gasolina, alguém lembrou dos barris de Bela. Ao abrirem na certeza de encontrar gasolina, encontraram 24 corpos preservados em álcool. Aparentemente, Bela chamava a si próprio de Hoffman, colocava anúncios em jornais locais descrevendo a si mesmo como solitário viúvo procurando companhia feminina. Garroteava aquelas mulheres que respondiam ao anúncio, e as colocava nos barris. Os corpos de sua mulher e do amante também foram encontrados ali. Ao investigarem sua morte, constataram no hospital que ele havia trocado de identidade com algum soldado ferido gravemente, e escapara ileso da guerra. Nunca foi encontrado, apesar de falsos alarmes de que teria sido visto em Budapeste ou Nova Iorque.

Marcel Petiot (24+)

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Na escola de medicina, já era considerado ladrão. Acredita-se que, depois de formado, matou três de seus pacientes na cidade de Villanueye, França. Forçado a mudar-se, foi para Paris, onde continuou sua carreira como vigarista e trapaceiro. Durante a WW2, Dr. Petiot viu uma oportunidade de ouro para fazer muito dinheiro. Comprou uma casa na Rua Lesueur e tornou-a a prova de som, uma perfeita armadilha. Matou mais de 63 pessoas, a maioria judeus, que tentavam, escapar dos nazistas.

O astuto médico falava para suas vítimas que era membro da Resistência Francesa e arrumava fugas seguras para a América do Sul, cobrando, é claro. Depois de receber o dinheiro, o doutor aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que se tratava de vacina contra doenças tropicais. Levava-as até um quarto à prova de som onde pedia que esperassem a resistência. Quando o veneno fazia efeito, o prazer de Petiot era observar sua morte através de "buracos de espiar" especialmente feitos com este fim. Terminada a cena, mutilava os corpos e os jogava num poço de cal.

Depois passou a incinerar os corpos. Em 1944, foi preso.

Foram encontrados 27 corpos mutilados no seu porão. Ele alegou que eram nazistas mortos pela Resistência, um puro francês fazendo seu dever, e foi liberado pela polícia. Livre, desapareceu. Só foi preso novamente meses depois, quando um jornal acusou-o de ser um simpatizante nazista. Foi então acusado de 24 mortes. Durante o julgamento, confessou 63 assassinatos de "inimigos da França".

Ninguém acreditou que ele era da Resistência, e foi condenado à morte. Foi guilhotinado em 26/5/1946. Também acredita-se que a conta de mortes ultrapassa 63, e que os corpos eram jogados no Rio Sena ou no parque Bois de Boulogne, onde foram encontrados vários corpos desmembrados em 1942.

Patrick W. Kearney (28+)

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O mais importante serial killer de estradas da Califórnia. Meticuloso, limpo e organizado assassino, deixava suas vítimas desmembradas e lavadas em sacos de lixo ao longo das estradas da Califórnia. Kearney e seu amante, David D. Hill, eram ambos veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde iniciavam suas ações homicidas.

Os "assassinos do Saco de Lixo", como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside, viram seu próprio pôster de procurados e se entregaram.

Depois, foram soltos por falta de provas. Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que matar excitava-o e lhe dava uma sensação de domínio.

Elizabeth Bàthory (40+)

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Condessa húngara do século XVI, Bàthory adorava tomar banho em sangue, pois acreditava que assim permaneceria com aspecto jovem. O número estimado de moças assassinadas para levar à cabo 10 anos de tratamento de beleza varia entre 40 e 600.

A sangrenta condessa, viúva de um herói húngaro e descendente do legendário Vlad o Impalador, filho do Conde Drácula, passou a vida mergulhada em magia negra e sadismo. Sabe-se que, por exemplo, extirpou a boca de uma serviçal por ela ser muito barulhenta. Em janeiro de 1611, após rumores sobre seu comportamento, um grupo liderado pelo Conde Thurzo (primo) entrou no Castelo Csejthe e flagrou-a em seu banho estético.

Para proteger o nome de família, a condessa nunca foi formalmente acusada de nenhum crime, mas o Conde condenou-a a prisão domiciliar. A condessa foi trancada em sua torre por maçons. Duas cúmplices suas tiveram os dedos amputados antes de serem queimadas. O único cúmplice homem foi decapitado. A condessa morreu em 21 de agosto de 1614, três anos depois de ter sido trancada em seu quarto. Parece que o elixir fazia mesmo diferença...

Gaiola de Cravos
Atribui-se geralmente a invenção desse engenhoso instrumento à condessa húngara Elizabeth Bàthory, que, todavia, existem registros de seu uso já no tempo dos romanos. Frise-se, porém, que não era um modo de interrogatório ou punição judicial, sendo utilizado apenas por certos indivíduos, isoladamente.

Basicamente, o engenho era uma gaiola cilíndrica de lâminas de ferro afiadas, cujo interior era guarnecido de pontas aguçadas de ferro. A vítima era trancada na gaiola e o torturador, armado de um archote, um ferro em brasa ou ainda de um ferro pontiagudo, começava a espetar ou atiçar o prisioneiro, que, em seus movimentos de recuo, ia chocar-se contra as pontas e lâminas da gaiola. O resultado final é fácil de imaginar-se.

Embora a maioria das gaiolas de cravos de que se tem notícia fossem colocadas diretamente sobre a terra, diz-se que a gaiola de Elizabeth Bàthory (aperfeiçoada para que ela tomasse os famosos banhos de sangue que, segundo supunha, a manteriam sempre jovem e bela) era suspensa no teto; a condessa sentava-se abaixo dela e o sangue corria diretamente sobre seu corpo.